domingo, 1 de maio de 2011

Nostalgia, melancolia e reciclagem. E então, filho da puta?

Então, filho da puta, vi sua foto agora.
Então, filho da puta, ainda tenho muita vontade de te chingar, de te matar, de te odiar.
Então, filho da puta, eu consigo.
Então, e eu também tenho saudade.
Ah, sim, ai lá vem eu, filha da puta que sou, com a minha nostalgia melancólica.
E lhe pergunto, PRA QUE? Porque sempre tem que ser assim? Nostalgia melancolica?
Não, eu não quero mais deixar acontecer tudo o que já aconteceu 3 vezes. Credo, não, nào conseguiria, jamais.
Mas ainda assim, me deu saudade. Saudade dos bons momentos, das risadas, das músicas, filmes, histórias, piadas, dos nossos cheiros.
Sim, esse texto é pra você mesmo, Leandro. E eu não tenho vergonha de admitir que é. Infelizmente, eu não tenho.
Eu tenho saudade de nós sim.
Isso não quer dizer que eu queira de volta.
Porque não, eu não quero.
Porque sim, eu to sendo feliz sem você. Muito feliz.
E eu nem ao menos precisei encontrar alguém que te substituisse. Essa pessoa simplesmente apareceu, do nada, na minha vida.
E engraçado que, muitos dos meus planos atuais são planos que foram nossos. Não do mesmo jeito, reciclados.
E ainda assim, é engraçado como a vida se recicla. O amor, os sentimentos se reciclam, né?
E isso não para mais.
Já parou. E o que sobrou?
Não, não sobrou. E pra falar verdade, depois de tudo o que houve, o que eu mais queria era que não sobrasse.
E acho que só não foi mais devastador porque eu tinha uma semente de esperança.
E hoje em dia, eu to feliz com ela.
E pretendo ficar, estar, continuar e nunca mais ter que reciclar. Parar.
Já to parando, eu acho.
Não vejo a hora de dizer: parei.
Parei. De escrever, de sentir, por enquanto.
Vai entender.

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