domingo, 1 de maio de 2011

Something II

Ah, meus olhos.
Teus belos olhos verdes que insisto em dizer que são meus.
Aqueles que insistem em exergar as profundesas de meu temeroso olhar.
Olhar que teme em perder o Sol das manhãs negras e obscuras de meu coração.
Coração martirizado por sofrimento.
Cansado e puído por dentro. Por amar, por amor.


Àquele que lhe anseia, completamente e sem razão.
Perdidamente e sem razão.
Àquele que muda meu mundo com o som de sua risada, que me faz ir além.
Àquele que me faz viajar por centenas de horas em milésimos de segundos.
Que faz com que não haja sede maior do que a de seu toque, de seus lábios.
Me faz que exista sem razão.






Escrito em: 10/06/2010

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