Era pele na pele, seu cheiro no meu. Nós dois juntos, intensos.
A falta de tempo e a vontade exalando no nosso olhar. Tudo o que eu queria era mais um pouco.
E as tuas frases não saem da minha cabeça. Teu rosto, teu semblante, teu gosto e a sensação de infernizar, enlouquecer; enquanto você ria, eu pedia mais.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Unhas vermelhas, batom mal passado e um perfume barato. Tênis marinheiro, uma xadrez e cheiro de cigarro queimando. Pouco a pouco ia me seduzindo, conforme o tempo ia esfriando. Ia me atiçando conforme a gente ia se envolvendo. Ia me amarrando enquanto a gente ia se ganhando.
Não sei se sei, só sei que não sei.
Não sei se sei, só sei que não sei.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Cinco maços de cigarro e algumas cigarrilhas.
Há dias não chovia. E eu fui te procurar. Tive o rosto respingado pelas gotículas que esperavamos há um conjunto de dias secos.
Intensos.
Me preocupei, usei perfume e desencontrei.
E depois disso, só te encontrei aonde a conversa flui e se sabe exatamente o significado do silêncio.
Está acontecendo denovo? Cultivemos.
Intensos.
Me preocupei, usei perfume e desencontrei.
E depois disso, só te encontrei aonde a conversa flui e se sabe exatamente o significado do silêncio.
Está acontecendo denovo? Cultivemos.
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Então.
Sabe quando você tá com saudade? Quando você sente falta?
Quando você quer o beijo, o cheiro de cigarro e o carinho de volta?
Mas que mesmo assim, apesar de tudo isso, a rotina não deixa.
Não deixa que eu diga deixa e vá.
Porque eu não quero ir.
Quando você quer o beijo, o cheiro de cigarro e o carinho de volta?
Mas que mesmo assim, apesar de tudo isso, a rotina não deixa.
Não deixa que eu diga deixa e vá.
Porque eu não quero ir.
Vergonha (?)
E fica naquele fala, não fala, mas joga e teme.
Espera, pensa, imagina e sente.
Tenta saudade, tenta falta mas é vontade.
É desejo. De mais um beijo...
Espera, pensa, imagina e sente.
Tenta saudade, tenta falta mas é vontade.
É desejo. De mais um beijo...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Ópio.
Noite fria, Cat Power tocando, cigarros queimando e o cheiro de erva no ar.
Toda aquela loucura, aquele desejo e vodca pura.
Mais uma noite passou e eu vesti tua camisa, bebi o resto da cerveja e fumamos o último cigarro.
Arranhei tuas costas, gemi baixinho e quis ser pra sempre parte disso.
Lençóis dessarumados, meia luz vindo do corredor e a porta entreaberta.
Quarto escuro, abafado e toda essa música de fundo.
A respiração já cessando e não mais tão cansada faz com que tudo comece a se apagar, aos poucos, e eu me desengane no teu peito alucinado que palpita de uma maneira agitada embaixo do emaranhado dos meus cabelos.
Amanhã é outro dia, meu bem. A gente vê o que faz. Ou desfaz.
Toda aquela loucura, aquele desejo e vodca pura.
Mais uma noite passou e eu vesti tua camisa, bebi o resto da cerveja e fumamos o último cigarro.
Arranhei tuas costas, gemi baixinho e quis ser pra sempre parte disso.
Lençóis dessarumados, meia luz vindo do corredor e a porta entreaberta.
Quarto escuro, abafado e toda essa música de fundo.
A respiração já cessando e não mais tão cansada faz com que tudo comece a se apagar, aos poucos, e eu me desengane no teu peito alucinado que palpita de uma maneira agitada embaixo do emaranhado dos meus cabelos.
Amanhã é outro dia, meu bem. A gente vê o que faz. Ou desfaz.
sábado, 30 de julho de 2011
Volta, de volta.
É impossivel ver suas fotos e não sorrir.
É impossível não amar você, e te esquecer assim, de uma hora pra outra.
Eu quero de volta nossa geladeira, nossos lençóis e toalhas de banho pretas. Quero voltar a planejar nossa casa e a cor das cortinas. Eu quero escolher a cor do sofá enquanto você reclama do tecido.
Quero gastar todo meu tempo apressado me maquiando enquanto você não sai do banho, e ter que ligar a tv num programa de domingo porque você ainda está dormindo.
Quero voltar a sentir sua boca na minha, quero beijar seu rosto e sentir sua barba na minha bochecha. Sentir você me apertar forte enquanto eu reclamo do inferno que eu vivo longe de você e ver você rir da minha cara enquanto eu morro de ciúmes das tuas amigas.
Eu não me importaria em morrer por você, eu não me importaria em ter você do meu lado pra sempre.
Eu não estou cega de carência mais uma vez e daqui dois, três meses vou me arrepender. Eu quero você, agora, aqui, pra sempre.
Quero beijar seu rosto inteiro e pular no seu colo ao invés de ficar tendo que ver você através de uma tela.
Quero seu cheiro em mim e borrifar perfume no seu travesseiro pra não deixar você dormir lembrando de nós dois.
Volta pra mim, por favor. Eu te amo, caralho.
É impossível não amar você, e te esquecer assim, de uma hora pra outra.
Eu quero de volta nossa geladeira, nossos lençóis e toalhas de banho pretas. Quero voltar a planejar nossa casa e a cor das cortinas. Eu quero escolher a cor do sofá enquanto você reclama do tecido.
Quero gastar todo meu tempo apressado me maquiando enquanto você não sai do banho, e ter que ligar a tv num programa de domingo porque você ainda está dormindo.
Quero voltar a sentir sua boca na minha, quero beijar seu rosto e sentir sua barba na minha bochecha. Sentir você me apertar forte enquanto eu reclamo do inferno que eu vivo longe de você e ver você rir da minha cara enquanto eu morro de ciúmes das tuas amigas.
Eu não me importaria em morrer por você, eu não me importaria em ter você do meu lado pra sempre.
Eu não estou cega de carência mais uma vez e daqui dois, três meses vou me arrepender. Eu quero você, agora, aqui, pra sempre.
Quero beijar seu rosto inteiro e pular no seu colo ao invés de ficar tendo que ver você através de uma tela.
Quero seu cheiro em mim e borrifar perfume no seu travesseiro pra não deixar você dormir lembrando de nós dois.
Volta pra mim, por favor. Eu te amo, caralho.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Legal a vida.
Legal a vida. To aqui ouvindo Copeland e pensando em você.
Legal a vida, to carente e tu não está nem ai.
Legal mesmo a vida, tem um cara chato pra cassete tentando me colocar na lista dele, me mandando mensagens via facebook, há umas quatro horas, e eu só consigo o odiar.
Legal a vida. Nessas horas você deve estar falando mais uma vez com aquela garota do nome estranho que eu detesto e sempre morri de ciúmes e que tem namorado, mas ela arrasta uma asa por você.
Legal a vida, eu estou louca pra falar com você e te ver denovo, mas você faz parecer que tudo acabou.
Muito legal a vida, me bate aquela carência e só me aparecem casais e casais, por todas as partes. Você ai, e eu aqui.
E é nessas horas que eu queria saber o que você sente sobre tudo isso. Legal, bem legal a vida.
Legal a vida, to carente e tu não está nem ai.
Legal mesmo a vida, tem um cara chato pra cassete tentando me colocar na lista dele, me mandando mensagens via facebook, há umas quatro horas, e eu só consigo o odiar.
Legal a vida. Nessas horas você deve estar falando mais uma vez com aquela garota do nome estranho que eu detesto e sempre morri de ciúmes e que tem namorado, mas ela arrasta uma asa por você.
Legal a vida, eu estou louca pra falar com você e te ver denovo, mas você faz parecer que tudo acabou.
Muito legal a vida, me bate aquela carência e só me aparecem casais e casais, por todas as partes. Você ai, e eu aqui.
E é nessas horas que eu queria saber o que você sente sobre tudo isso. Legal, bem legal a vida.
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Sen
Eu quero escrever, mas não consigo.
Não consigo sentir pra escrever, mas consigo escrever para sentir que já não sinto muito mais, muito bem, mas ainda assim sei o que sinto.
Assim vou sentindo , meu bem, que todo esse sentido vai se perdendo, de modo que eu me encontre nesse sentimento sem sentido que não me faz sentir o que ainda é por dentro.
Não consigo sentir pra escrever, mas consigo escrever para sentir que já não sinto muito mais, muito bem, mas ainda assim sei o que sinto.
Assim vou sentindo , meu bem, que todo esse sentido vai se perdendo, de modo que eu me encontre nesse sentimento sem sentido que não me faz sentir o que ainda é por dentro.
terça-feira, 12 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Não sei o que sinto no exato momento, só sei que você faz parte dele.
Eu não lhe obrigarei a nada, e você sabe disso. Eu não tenho nem cara de pau o suficiente para tal. E você sabe disso.
Só queria agora correr para os seus braços e sair correndo pra algum lugar contigo, sumir, desaparecer nem que fosse por algumas horas pra dizer tanto que te amo tanto.
Pra te ter novamente, pra nos ter. E manter tudo isso. Aquilo.
Dizer o quanto te amo, te quero, te adoro e ser feliz mais uma vez com você sorridente.
Mas tanto faz, a maior parte eu consegui fazer, que foi admitir tudo isso.
Agora o próximo passo, se houver, fica pra você.
Você sabe minha vontade. Você sabe como, quando e aonde me achar.
Você sabe como me amar.
Só espero que, agora, saiba me perdoar.
Porque eu te amo e você já sabe disso. Sempre soube, na verdade.
Agora a decisão é tua. Só não esqueça de me comunicar.
Eu não lhe obrigarei a nada, e você sabe disso. Eu não tenho nem cara de pau o suficiente para tal. E você sabe disso.
Só queria agora correr para os seus braços e sair correndo pra algum lugar contigo, sumir, desaparecer nem que fosse por algumas horas pra dizer tanto que te amo tanto.
Pra te ter novamente, pra nos ter. E manter tudo isso. Aquilo.
Dizer o quanto te amo, te quero, te adoro e ser feliz mais uma vez com você sorridente.
Mas tanto faz, a maior parte eu consegui fazer, que foi admitir tudo isso.
Agora o próximo passo, se houver, fica pra você.
Você sabe minha vontade. Você sabe como, quando e aonde me achar.
Você sabe como me amar.
Só espero que, agora, saiba me perdoar.
Porque eu te amo e você já sabe disso. Sempre soube, na verdade.
Agora a decisão é tua. Só não esqueça de me comunicar.
domingo, 3 de julho de 2011
Eu sinto tanta, tanta falta de nós dois.
Só queria que você me abraçasse, bem apertado, agora.
Exatamente agora. E eu pudesse sentir seu cheiro, você aqui.
E eu choro escrevendo isso, porque a culpa e a saudade me consomem.
Você foi tudo o que me fez mais feliz, e eu só percebi isso agora, quando eu já havia errado o suficiente pra perceber, também, que eu não vivo sem você.
E que eu preciso te ter aqui, agora, pra sempre.
Mas eu já te machuquei demais, em vários capítulos e não tenho mais coragem de te pedir uma chance.
Assim, me contenho com o pensamento de você ainda me amar, mas estar machucado demais pra admitir isso. O que eu não sei se é verdade. Mas eu queria que fosse.
Que voltasse a ser. Porque você foi a única pessoa que eu amei verdadeiramente.
E se hoje tem um nó na minha garganta é porque eu preciso te ver agora e implorar pelo seu perdão e jurar, não só pra mim, mas pra você, que eu nunca mais irei te desapontar. Que eu irei aguentar.
E que eu irei vencer tudo isso que fez com que eu lhe arrancasse todas essas vezes você da minha vida e me arrependesse.
Eu só queria que você me perdoasse, esquecesse e lêsse este texto, essas palavras extremamente sinceras da pessoa que mais lhe amou na face da terra, mas que é uma imbecil pra perceber isso de primeira, segunda ou terceira viajem e que sempre cai nas armadilhas de todo mundo que quer nos destruir.
Eu tenho pensado em você em todos os segundos da minha vida. A culpa tem me consumido. E essa saudade tem sido incontrolável.
Eu só queria sair correndo daqui com você e viver, voltar a viver, tudo o que eu deixei pra trás, por nada.
Porque, por mais que eu fuja, e sempre fuja, deste sentimento, no final será sempre você quem eu amo, pra sempre aquele que eu me apaixonarei a cada dia mais e que eu deixarei no final. Talvez essa seja a minha sina. Te amar pra sempre, em partes. E no final te fazer sofrer.
E eu estou cansada disso, eu quero mudar, ME mudar e mudar tudo isso. E nunca mais te abandonar. Ter você aqui pra sempre do meu lado, porque por mais que eu corra, só você me faz feliz. Pra sempre.
Só seu sorriso me comove, só suas lágrimas me fazem chorar junto, só seus olhos me prendem, só seu cheiro me vicia.
É só você que eu quero, no final. É só você que me faz bem. É só você que eu amo.
Por mais que você me ache maluca. É você que eu amo.
L.P.S
Só queria que você me abraçasse, bem apertado, agora.
Exatamente agora. E eu pudesse sentir seu cheiro, você aqui.
E eu choro escrevendo isso, porque a culpa e a saudade me consomem.
Você foi tudo o que me fez mais feliz, e eu só percebi isso agora, quando eu já havia errado o suficiente pra perceber, também, que eu não vivo sem você.
E que eu preciso te ter aqui, agora, pra sempre.
Mas eu já te machuquei demais, em vários capítulos e não tenho mais coragem de te pedir uma chance.
Assim, me contenho com o pensamento de você ainda me amar, mas estar machucado demais pra admitir isso. O que eu não sei se é verdade. Mas eu queria que fosse.
Que voltasse a ser. Porque você foi a única pessoa que eu amei verdadeiramente.
E se hoje tem um nó na minha garganta é porque eu preciso te ver agora e implorar pelo seu perdão e jurar, não só pra mim, mas pra você, que eu nunca mais irei te desapontar. Que eu irei aguentar.
E que eu irei vencer tudo isso que fez com que eu lhe arrancasse todas essas vezes você da minha vida e me arrependesse.
Eu só queria que você me perdoasse, esquecesse e lêsse este texto, essas palavras extremamente sinceras da pessoa que mais lhe amou na face da terra, mas que é uma imbecil pra perceber isso de primeira, segunda ou terceira viajem e que sempre cai nas armadilhas de todo mundo que quer nos destruir.
Eu tenho pensado em você em todos os segundos da minha vida. A culpa tem me consumido. E essa saudade tem sido incontrolável.
Eu só queria sair correndo daqui com você e viver, voltar a viver, tudo o que eu deixei pra trás, por nada.
Porque, por mais que eu fuja, e sempre fuja, deste sentimento, no final será sempre você quem eu amo, pra sempre aquele que eu me apaixonarei a cada dia mais e que eu deixarei no final. Talvez essa seja a minha sina. Te amar pra sempre, em partes. E no final te fazer sofrer.
E eu estou cansada disso, eu quero mudar, ME mudar e mudar tudo isso. E nunca mais te abandonar. Ter você aqui pra sempre do meu lado, porque por mais que eu corra, só você me faz feliz. Pra sempre.
Só seu sorriso me comove, só suas lágrimas me fazem chorar junto, só seus olhos me prendem, só seu cheiro me vicia.
É só você que eu quero, no final. É só você que me faz bem. É só você que eu amo.
Por mais que você me ache maluca. É você que eu amo.
L.P.S
sábado, 25 de junho de 2011
Eu sou louca, louca por estar aqui, denovo, louca por falar com você mais uma vez.
Eu não sei se te amo, odeio.
Mas sei que te amo. Tanto. Engraçadamente.
Só sei que sou tudo aquilo que sou de verdade com você. E sem você eu me perco, acabo não sendo mais nada.
E você é a única pessoa que eu me lembro de ter me feito bem, ter me feito REALMENTE feliz, REALMENTE bem.
Talvez por isso, eu nunca te esqueça.
Talve por isso, eu erre tanto.
Talvez por isso eu te ame, por tudo isso.
Eu eu sinta tanto a sua falta, tanto a sua dor.
E talvez por isso também eu esteja aqui, toda borrada, debulhada em lágrimas e sofrendo sua ausência.
Até porque, eu sei que chegará o dia que eu nunca mais vou te ver. E eu nunca imaginei isso. Pro fim, eu sempre imaginei nós dois, e não 1 eu sem 1 você.
E até então, eu venho me tornado aquela pipa que um dia, você cortou a corta e mudou tudo.
E mesmo assim, eu sempre volto a te amar da mesma forma.
E eu apenas, sem você, sou uma terrível pipa.
Que você não se orgulha mais do voô, que também deixou de ser maravilhoso.
De tantas que foram as merdas que eu fiz contigo, te tanto que eu lhe machuquei.
E esse amor não é mais como nas canções antigas, como era antigamente, como era nós dois.
Hoje em dia, ele me faz sofrer e não só ele, mas a culpa, a vergonha, a vontade, a saudade.
E ele sempre volta. Ele sempre esteve aqui. Ele está em movimento.
Mas o pior problema de todos esses é que eu sou fraca demais pra isso. Sou fraca demais pra nós. Não aguento, te machuco. E já fiz tanto isso, tanto, tanto que você cansou.
E acho que você tem todo o direito de me xingar, me odiar para sempre e se acuar.
Mas não de dizer que todas a merdas que eu fiz foram porque eu amava, muito, você.
E acho que ainda amo.
Mesmo eu já tendo lhe dito isso inúmeras vezes.
E cá estou eu, cantando novamente nesses mesmos versos carentes.
Canto com a cabeça erguida, com os olhos fechados, porque sim, eu amo cantar e também amo você.
Eu você sabe muito bem que eu estaria na sua casa em dez minutos, se eu pudesse, porque há tantas, tantas coisas que eu quero te dizer.
Eu só queria ver você, mais uma vez. E você sabe disso.
Por mais que fosse a última, você sabe disso.
E acordar te encontrando ao meu lado, na cama.
Ver você, acariciar seus cabelos, sentir seu cheiro. E tocar seus lábios, mais uma vez.
Pra ter aquela sensação que só você me faz ter. De mundo, de tempo parado e nunca passado. De felicidade.
Porque a única vez que eu soube feliz eu não soube continuar sendo.
Eu só te machuquei. E te falei muita coisa que não devia, que não era real.
Eu me assustei. E pela enésima vez, eu te machuquei.
E essa sou eu, mais uma vez, querendo estar no peitoril mais seguro.
Aterrisar bem ai, nos seus braços, como era antigamente.
Trancar todas as portas e me manter segura em seus braços.
E ter certeza de que está tudo bem.
E ter a certeza que ao menos você me desculpa por tudo, mais uma vez.
E ter você aqui comigo. Nem que fosse pra uma última vez.
Eu não sei se te amo, odeio.
Mas sei que te amo. Tanto. Engraçadamente.
Só sei que sou tudo aquilo que sou de verdade com você. E sem você eu me perco, acabo não sendo mais nada.
E você é a única pessoa que eu me lembro de ter me feito bem, ter me feito REALMENTE feliz, REALMENTE bem.
Talvez por isso, eu nunca te esqueça.
Talve por isso, eu erre tanto.
Talvez por isso eu te ame, por tudo isso.
Eu eu sinta tanto a sua falta, tanto a sua dor.
E talvez por isso também eu esteja aqui, toda borrada, debulhada em lágrimas e sofrendo sua ausência.
Até porque, eu sei que chegará o dia que eu nunca mais vou te ver. E eu nunca imaginei isso. Pro fim, eu sempre imaginei nós dois, e não 1 eu sem 1 você.
E até então, eu venho me tornado aquela pipa que um dia, você cortou a corta e mudou tudo.
E mesmo assim, eu sempre volto a te amar da mesma forma.
E eu apenas, sem você, sou uma terrível pipa.
Que você não se orgulha mais do voô, que também deixou de ser maravilhoso.
De tantas que foram as merdas que eu fiz contigo, te tanto que eu lhe machuquei.
E esse amor não é mais como nas canções antigas, como era antigamente, como era nós dois.
Hoje em dia, ele me faz sofrer e não só ele, mas a culpa, a vergonha, a vontade, a saudade.
E ele sempre volta. Ele sempre esteve aqui. Ele está em movimento.
Mas o pior problema de todos esses é que eu sou fraca demais pra isso. Sou fraca demais pra nós. Não aguento, te machuco. E já fiz tanto isso, tanto, tanto que você cansou.
E acho que você tem todo o direito de me xingar, me odiar para sempre e se acuar.
Mas não de dizer que todas a merdas que eu fiz foram porque eu amava, muito, você.
E acho que ainda amo.
Mesmo eu já tendo lhe dito isso inúmeras vezes.
E cá estou eu, cantando novamente nesses mesmos versos carentes.
Canto com a cabeça erguida, com os olhos fechados, porque sim, eu amo cantar e também amo você.
Eu você sabe muito bem que eu estaria na sua casa em dez minutos, se eu pudesse, porque há tantas, tantas coisas que eu quero te dizer.
Eu só queria ver você, mais uma vez. E você sabe disso.
Por mais que fosse a última, você sabe disso.
E acordar te encontrando ao meu lado, na cama.
Ver você, acariciar seus cabelos, sentir seu cheiro. E tocar seus lábios, mais uma vez.
Pra ter aquela sensação que só você me faz ter. De mundo, de tempo parado e nunca passado. De felicidade.
Porque a única vez que eu soube feliz eu não soube continuar sendo.
Eu só te machuquei. E te falei muita coisa que não devia, que não era real.
Eu me assustei. E pela enésima vez, eu te machuquei.
E essa sou eu, mais uma vez, querendo estar no peitoril mais seguro.
Aterrisar bem ai, nos seus braços, como era antigamente.
Trancar todas as portas e me manter segura em seus braços.
E ter certeza de que está tudo bem.
E ter a certeza que ao menos você me desculpa por tudo, mais uma vez.
E ter você aqui comigo. Nem que fosse pra uma última vez.
domingo, 1 de maio de 2011
Suffering
Não tenho culpa de te amar, mesmo você não conseguindo retribuir esse amor.
Sofro por ti todos os dias, e, como você mesma disse, virei um fragmento de gente depois que nos separamos.
Sua memória me assombra, a cada música, a cada peça de roupa, a cada lugar que vou, a cada pessoa que encontro, a cada partícula de ar que respiro.
Nunca pensei, em toda a nossa história, que eu pudesse sair tão machucada quanto estou, mas sim, eu saí. Muito mais machucada do que qualquer um possa imaginar, mais machucada do que até eu mesma imagino que esteja, pois eu não quero pensar nisso.
Tento com todas as minhas forças lhe esquecer, mas já desisti de tentar, pois elas são muito, muito fracas perto do que eu sinto por ti.
Eu te amo realmente mais do que você possa imaginar, mais do que eu esperava de mim. Talvez porque eu seja uma pessoa carente, e tenha me apegado demais a você, a única que ouviu minhas palavras com atenção, sem me julgar. Talvez porque você tenha sido a única que me dera o afeto que eu precisava, e agora sofro por ter tido isso arrancado de mim.(...)
Choro descontroladamente como uma criança, enquanto leio pela enésima vez tuas palavras. É incrível o poder que você (ainda) tem sobre os meus sentimentos, e o quanto você consegue machuca-los com suas inúmeras desculpas, que agora eu acredito que sejam verdadeiras, que agora eu consigo entender perfeitamente.
Agora, sim, sou eu que lhe peço desculpas, mesmo que não as mereça e esteja agindo como uma criança mimada. Desculpa por estar agindo assim, mas talvez eu não tenha outra saída, se não sofrer até isso se esgotar, até você se esgotar no meu coração. O que eu quero que aconteça logo, mas que não consigo realizar.
Sim, eu não agüento mais carregar esse sentimento no meu peito, eu não agüento mais sofrer por ti, mas não consigo fazer com que isso pare. Eu simplesmente não consigo.
Eu não quero mais te amar, mas esse sentimento não se acaba, não se vai, mesmo eu tentando de todas as maneiras.(...)
Todas as noites, quando deito a cabeça no travesseiro, fico filosofando sobre minha vida, e, não consigo fazer isso sem que, em algum momento, meu pensamento chegue até você. A única coisa que consigo é, as vezes, lembrar dos bons momentos que passei contigo, com um sorriso no rosto, mas, mesmo assim, ainda sinto falta desses momentos, o que me provocam as lágrimas, o que me provoca os sentimentos ruins, o que me provoca sonhos contigo, pedindo pra voltar, o que me deixa mais melancólica ainda. Assim, esta doma meu corpo, e, mais uma vez, me fecho no meu mundo, no meu buraco negro, aquele que você me deixou, aquele que você habitava, completava.
Me perco em teu sorriso, em teus olhos, em teu cheiro, teus carinhos e beijos, em minhas lágrimas mais uma vez. E, quase todos os dias, esse ciclo se repete, é assim que venho vivendo depois de ti. Venho sendo uma pessoa fria, uma dependente do amor, e quem sabe do sofrimento que o tal me causa, disfarçada de uma pessoa alegre, inteligente, companheira e apaixonada por um e se relacionando com outro. Estou presa dentro disso. Dentro desse fragmento de vida. Dentro dessa solidão.
Sofro por ti todos os dias, e, como você mesma disse, virei um fragmento de gente depois que nos separamos.
Sua memória me assombra, a cada música, a cada peça de roupa, a cada lugar que vou, a cada pessoa que encontro, a cada partícula de ar que respiro.
Nunca pensei, em toda a nossa história, que eu pudesse sair tão machucada quanto estou, mas sim, eu saí. Muito mais machucada do que qualquer um possa imaginar, mais machucada do que até eu mesma imagino que esteja, pois eu não quero pensar nisso.
Tento com todas as minhas forças lhe esquecer, mas já desisti de tentar, pois elas são muito, muito fracas perto do que eu sinto por ti.
Eu te amo realmente mais do que você possa imaginar, mais do que eu esperava de mim. Talvez porque eu seja uma pessoa carente, e tenha me apegado demais a você, a única que ouviu minhas palavras com atenção, sem me julgar. Talvez porque você tenha sido a única que me dera o afeto que eu precisava, e agora sofro por ter tido isso arrancado de mim.(...)
Choro descontroladamente como uma criança, enquanto leio pela enésima vez tuas palavras. É incrível o poder que você (ainda) tem sobre os meus sentimentos, e o quanto você consegue machuca-los com suas inúmeras desculpas, que agora eu acredito que sejam verdadeiras, que agora eu consigo entender perfeitamente.
Agora, sim, sou eu que lhe peço desculpas, mesmo que não as mereça e esteja agindo como uma criança mimada. Desculpa por estar agindo assim, mas talvez eu não tenha outra saída, se não sofrer até isso se esgotar, até você se esgotar no meu coração. O que eu quero que aconteça logo, mas que não consigo realizar.
Sim, eu não agüento mais carregar esse sentimento no meu peito, eu não agüento mais sofrer por ti, mas não consigo fazer com que isso pare. Eu simplesmente não consigo.
Eu não quero mais te amar, mas esse sentimento não se acaba, não se vai, mesmo eu tentando de todas as maneiras.(...)
Todas as noites, quando deito a cabeça no travesseiro, fico filosofando sobre minha vida, e, não consigo fazer isso sem que, em algum momento, meu pensamento chegue até você. A única coisa que consigo é, as vezes, lembrar dos bons momentos que passei contigo, com um sorriso no rosto, mas, mesmo assim, ainda sinto falta desses momentos, o que me provocam as lágrimas, o que me provoca os sentimentos ruins, o que me provoca sonhos contigo, pedindo pra voltar, o que me deixa mais melancólica ainda. Assim, esta doma meu corpo, e, mais uma vez, me fecho no meu mundo, no meu buraco negro, aquele que você me deixou, aquele que você habitava, completava.
Me perco em teu sorriso, em teus olhos, em teu cheiro, teus carinhos e beijos, em minhas lágrimas mais uma vez. E, quase todos os dias, esse ciclo se repete, é assim que venho vivendo depois de ti. Venho sendo uma pessoa fria, uma dependente do amor, e quem sabe do sofrimento que o tal me causa, disfarçada de uma pessoa alegre, inteligente, companheira e apaixonada por um e se relacionando com outro. Estou presa dentro disso. Dentro desse fragmento de vida. Dentro dessa solidão.
Escrito em: Final de 2008/ Começo de 2009.
Música pra mentir.
Você pediu pra que eu seguisse em frente, e eu talvez possa dizer que eu estou conseguindo.
Sim, parece realmente estranho desistir de tudo assim tão fácil, mas não é, e eu sei que você sabe disso tão bem quanto eu.
Mas, cara, realmente eu não sei. Não sei o que eu quero. Não sei mais se é você.
Sim, você não disse tudo aquilo o que eu queria ouvir, e eu sabia que não diria, mas eu ainda tentava ter alguma esperança, completamente em vão, eu sei.
Mas não, não me culpo, julgo ou arrependo de nada. Nem de ter sofrido por ti um dia de todos os que eu sofri. Mas eu realmente não sei se quero mais isso.
Não sei se quero seus olhos sobre mim, ou você aqui comigo.
E talvez eu até esteja me precipitando, como já fiz em outras vezes, mas não nego que eu fiquei balançada com tantos encontros e desencontros com pessoas que eu já pensava que poderiam ser interessantes pra mim.
E sim, eu fiquei interessada.
E agora, não só em você, mas nele também. E não importa quem ele seja, porque, dessa vez, eu não contarei nada à ninguém, por mais amiga minha que seja. Eu vou preferir ficar calada. E quem sabe, poderá vir a dar certo.
Eu não sei.
Eu realmente não sei se te quero como queria antes, antes de ficar sabendo tudo o que aconteceu. E se tem algo que eu me arrependo, foi de tê-la deixado entrar nessa história, e tomar as rédeas da minha vida. Do meu coração.
Sim, não nego que eu a adoro demais, e ela é minha melhor amiga quando se trata de desabafos, problemas ou qualquer outra coisa. Mas cara, eu realmente não sei se ela fez bem em lhe falar. Mesmo sabendo que ela só queria me ajudar.
E sim, tudo o que eu tinha mais do que certeza de que você falaria, foi falado. E não, por incrível que pareça, eu não sofri o tanto que eu pensei que iria sofrer, e muito menos chorei nos últimos dias. Sim, não mentirei que chorei no momento, mas não derramei uma lágrima depois. E não me arrependo.
Talvez eu até já tenha seguido em frente, sem mesmo perceber, e me apegado ao passado, fazendo-o voltar à tona. Ruim? Não, por incrível que pareça, não foi. Não pra mim. Mas foi doloroso, como eu não imaginaria que seria, mas tinha uma vaga idéia pela minha pouca vivência como sofredora.
Mas, se tu realmente queres saber, te guardarei em meu passado. Até porque, não irei me martirizar por algo que não dará em nada. E sim, a cada dia que passa, eu penso no quanto eu fui louca em pensar que, um dia, pudesse acontecer.
E não, talvez não tenha sido nem por tudo o que você falou, mas sim por toda minha vontade de deixar tudo pra trás.
E, meu, sei lá... Talvez seja melhor, pra nós dois, três, quatro. Até porque, nessa história toda se envolveram quatro pessoas, e eu sei que talvez, uma delas, sofreu até mais que eu.
Então, eu realmente não ligo mais. Eu não quero mais ligar. Eu estou me desligando. E isso é bom. Ao menos pra mim.
E quanto à você, tanto faz, tanto fez.
Quanto à Minha Amiga, eu a entendo, continuarei entendendo e a agradecerei eternamente por cessar meu sofrimento. Obrigada, guria.
Quanto à pessoa que sofre ou um dia sofreu por minhas falsas esperanças, mais uma vez, me desculpe. E sim, a culpa é toda minha, por mais que tu não queiras. E eu me ogerizo por teu sofrer.
Quanto a possível pessoa que possa vir à entrar na minha vida, ou ser mais uma das minhas ilusões passageiras, desde já, lhe digo, mesmo sabendo que tu nunca irá ler isto, que se um dia lhe gostar, será pra valer. Será intensamente. E talvez, rápido. Eu não lhe garanto nada, nem o meu amor.
Já aviso antecipadamente. E se tu não se martirizar, eu me martizarei demais. Só queria que não fosse em vão, mais uma vez. Se não, seria penas mais uma cicatriz em meu peito.
Ouvindo:
Muda - Esteban
A falta de visão que nos levou à tudo isso.
Foi tão dificil de se acostumar.
Só quero olhar pra frente e esquecer você.
Saber o meu lugar.
Em outros dias, em tempos atrás eu vivi tão perdido entre as cartas que você deixou.
Lembranças que o tempo apagou.
E se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada.
Poderiam dizer
(Eu quero mudar)
Preciso te lembrar como tudo era no início.
Era um vício, difícil de deixar.
Procuro em tanta gente um espelho teu
Não vejo nada.
Tentando ser o que eu não era mais,
Eu vivi escondido em um mundo que você criou.
E nunca mais voltou pra me libertar.
E eu que não sei aonde chegar,
Já caminhei tanto pra voltar.
E eu que não sei como te falar,
Já escrevi tanto pra cantar.
Mas se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada
Poderiam dizer,
Poderiam dizer teu nome
Poderiam dizer você
Poderiam dizer...
Escrito em: 29/01/2010
Sim, parece realmente estranho desistir de tudo assim tão fácil, mas não é, e eu sei que você sabe disso tão bem quanto eu.
Mas, cara, realmente eu não sei. Não sei o que eu quero. Não sei mais se é você.
Sim, você não disse tudo aquilo o que eu queria ouvir, e eu sabia que não diria, mas eu ainda tentava ter alguma esperança, completamente em vão, eu sei.
Mas não, não me culpo, julgo ou arrependo de nada. Nem de ter sofrido por ti um dia de todos os que eu sofri. Mas eu realmente não sei se quero mais isso.
Não sei se quero seus olhos sobre mim, ou você aqui comigo.
E talvez eu até esteja me precipitando, como já fiz em outras vezes, mas não nego que eu fiquei balançada com tantos encontros e desencontros com pessoas que eu já pensava que poderiam ser interessantes pra mim.
E sim, eu fiquei interessada.
E agora, não só em você, mas nele também. E não importa quem ele seja, porque, dessa vez, eu não contarei nada à ninguém, por mais amiga minha que seja. Eu vou preferir ficar calada. E quem sabe, poderá vir a dar certo.
Eu não sei.
Eu realmente não sei se te quero como queria antes, antes de ficar sabendo tudo o que aconteceu. E se tem algo que eu me arrependo, foi de tê-la deixado entrar nessa história, e tomar as rédeas da minha vida. Do meu coração.
Sim, não nego que eu a adoro demais, e ela é minha melhor amiga quando se trata de desabafos, problemas ou qualquer outra coisa. Mas cara, eu realmente não sei se ela fez bem em lhe falar. Mesmo sabendo que ela só queria me ajudar.
E sim, tudo o que eu tinha mais do que certeza de que você falaria, foi falado. E não, por incrível que pareça, eu não sofri o tanto que eu pensei que iria sofrer, e muito menos chorei nos últimos dias. Sim, não mentirei que chorei no momento, mas não derramei uma lágrima depois. E não me arrependo.
Talvez eu até já tenha seguido em frente, sem mesmo perceber, e me apegado ao passado, fazendo-o voltar à tona. Ruim? Não, por incrível que pareça, não foi. Não pra mim. Mas foi doloroso, como eu não imaginaria que seria, mas tinha uma vaga idéia pela minha pouca vivência como sofredora.
Mas, se tu realmente queres saber, te guardarei em meu passado. Até porque, não irei me martirizar por algo que não dará em nada. E sim, a cada dia que passa, eu penso no quanto eu fui louca em pensar que, um dia, pudesse acontecer.
E não, talvez não tenha sido nem por tudo o que você falou, mas sim por toda minha vontade de deixar tudo pra trás.
E, meu, sei lá... Talvez seja melhor, pra nós dois, três, quatro. Até porque, nessa história toda se envolveram quatro pessoas, e eu sei que talvez, uma delas, sofreu até mais que eu.
Então, eu realmente não ligo mais. Eu não quero mais ligar. Eu estou me desligando. E isso é bom. Ao menos pra mim.
E quanto à você, tanto faz, tanto fez.
Quanto à Minha Amiga, eu a entendo, continuarei entendendo e a agradecerei eternamente por cessar meu sofrimento. Obrigada, guria.
Quanto à pessoa que sofre ou um dia sofreu por minhas falsas esperanças, mais uma vez, me desculpe. E sim, a culpa é toda minha, por mais que tu não queiras. E eu me ogerizo por teu sofrer.
Quanto a possível pessoa que possa vir à entrar na minha vida, ou ser mais uma das minhas ilusões passageiras, desde já, lhe digo, mesmo sabendo que tu nunca irá ler isto, que se um dia lhe gostar, será pra valer. Será intensamente. E talvez, rápido. Eu não lhe garanto nada, nem o meu amor.
Já aviso antecipadamente. E se tu não se martirizar, eu me martizarei demais. Só queria que não fosse em vão, mais uma vez. Se não, seria penas mais uma cicatriz em meu peito.
Ouvindo:
Muda - Esteban
A falta de visão que nos levou à tudo isso.
Foi tão dificil de se acostumar.
Só quero olhar pra frente e esquecer você.
Saber o meu lugar.
Em outros dias, em tempos atrás eu vivi tão perdido entre as cartas que você deixou.
Lembranças que o tempo apagou.
E se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada.
Poderiam dizer
(Eu quero mudar)
Preciso te lembrar como tudo era no início.
Era um vício, difícil de deixar.
Procuro em tanta gente um espelho teu
Não vejo nada.
Tentando ser o que eu não era mais,
Eu vivi escondido em um mundo que você criou.
E nunca mais voltou pra me libertar.
E eu que não sei aonde chegar,
Já caminhei tanto pra voltar.
E eu que não sei como te falar,
Já escrevi tanto pra cantar.
Mas se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada
Poderiam dizer,
Poderiam dizer teu nome
Poderiam dizer você
Poderiam dizer...
Escrito em: 29/01/2010
Menção ao passado
Teu olhar era de adeus.
O fundo de teus olhos, lá dentro, podia-se ver seu desejo intenso por nosso antigo amor.
E sim, eu queria.
Na verdade, no começo, eu só queria que você me confortasse mais uma vez, acendesse meus cigarros, e ficasse comigo só mais uma noite.
E sim, talvez seja ainda o que eu quero. Ao menos eu sei que, agora, não seria apenas sexo.
E talvez, após ter sido vivido tudo aquilo, nós resolvessemos dar mais uma chance pra tudo aquilo que me fez sofrer no passado, e que, simplesmente foi omitido por mais um sofrer de meu peito. Mas que, na verdade, nunca morreu. em nenhum dos dois.
Mas na verdade, tudo o que aconteceu entre nós, esse dia, não passou de falta de coragem. Sim, pelo menos da minha parte. Disperdiçamos mais uma chance.
E na verdade, eu não ligo, até porque, seria bem pior pro meu coração se tivesse acontecido, e eu simplesmente teria te abandonado por um tempo.
Até porque, dependendo das entrelinhas, não posso dizer que não tentei. Na verdade, eu tentei. Em teus olhos, em tua pele, em teu cheiro, no meu cheiro, mas simplesmente não aconteceu.
E, em mais uma de minhas verdades, pode ser visto o fato de que, simplesmente estamos frágeis e vulneráveis demais, como na primeira vez. E se, talvez não tivesse provocado tanta falta de intimidade, tanta falta de contado, tanto bloqueio de nossas mentes quando o assunto era o corpo oposto, teria acontecido novamente. Tudo como na primeira vez, ou até mais intenso.
E, dessa vez, toda a intensidade seria provocada por fome, abstinencia, maturidade. E tudo o que era banal antigamente, agora seria usado simplesmente pra banir a distância de nossos corpos desde a separação.
Mas, mesmo assim, eu não escondo que não gosto de ti, e simplesmente quando me perguntam, a resposta é a mesma, que nunca mais poderia acontecer, até porque, me privo de sofrer mais uma vez. Me privo de ti. E eu não ligo, eu não gosto.
Tudo está bem como está, mesmo às vezes eu estranhamente desejando teus lábios uma última vez nos meus.
E não, por incrível que pareça, eu não quero. Não quero sentir isso mais uma vez, não queo mais você.
E talvez seja só sexo, carência.
Eu to bem, eu to realmente bem sem você, e não, eu não te quero de volta. E eu sei que contigo é o mesmo. Sempre foi. E eu não ligo. Pois s eu ligasse, esse texto seria menos confuso, menos indiferente, mais sofrido.
Escrito em: 29/01/2010
O fundo de teus olhos, lá dentro, podia-se ver seu desejo intenso por nosso antigo amor.
E sim, eu queria.
Na verdade, no começo, eu só queria que você me confortasse mais uma vez, acendesse meus cigarros, e ficasse comigo só mais uma noite.
E sim, talvez seja ainda o que eu quero. Ao menos eu sei que, agora, não seria apenas sexo.
E talvez, após ter sido vivido tudo aquilo, nós resolvessemos dar mais uma chance pra tudo aquilo que me fez sofrer no passado, e que, simplesmente foi omitido por mais um sofrer de meu peito. Mas que, na verdade, nunca morreu. em nenhum dos dois.
Mas na verdade, tudo o que aconteceu entre nós, esse dia, não passou de falta de coragem. Sim, pelo menos da minha parte. Disperdiçamos mais uma chance.
E na verdade, eu não ligo, até porque, seria bem pior pro meu coração se tivesse acontecido, e eu simplesmente teria te abandonado por um tempo.
Até porque, dependendo das entrelinhas, não posso dizer que não tentei. Na verdade, eu tentei. Em teus olhos, em tua pele, em teu cheiro, no meu cheiro, mas simplesmente não aconteceu.
E, em mais uma de minhas verdades, pode ser visto o fato de que, simplesmente estamos frágeis e vulneráveis demais, como na primeira vez. E se, talvez não tivesse provocado tanta falta de intimidade, tanta falta de contado, tanto bloqueio de nossas mentes quando o assunto era o corpo oposto, teria acontecido novamente. Tudo como na primeira vez, ou até mais intenso.
E, dessa vez, toda a intensidade seria provocada por fome, abstinencia, maturidade. E tudo o que era banal antigamente, agora seria usado simplesmente pra banir a distância de nossos corpos desde a separação.
Mas, mesmo assim, eu não escondo que não gosto de ti, e simplesmente quando me perguntam, a resposta é a mesma, que nunca mais poderia acontecer, até porque, me privo de sofrer mais uma vez. Me privo de ti. E eu não ligo, eu não gosto.
Tudo está bem como está, mesmo às vezes eu estranhamente desejando teus lábios uma última vez nos meus.
E não, por incrível que pareça, eu não quero. Não quero sentir isso mais uma vez, não queo mais você.
E talvez seja só sexo, carência.
Eu to bem, eu to realmente bem sem você, e não, eu não te quero de volta. E eu sei que contigo é o mesmo. Sempre foi. E eu não ligo. Pois s eu ligasse, esse texto seria menos confuso, menos indiferente, mais sofrido.
Escrito em: 29/01/2010
Everytime I look for you
Foram poucos minutos sob teus olhos, mas longas horas que você esteve sob os meus.
E sim, você só me viu no final da festa, e o que tivemos foram apenas troca de olhares. Mas foi intenso, demais.
E quando eu lhe vi passando na minha frente e você encarou meus olhos de perto, algo rugiu em meu peito e simplesmente fez com que tu não saisse da minha cabeça por um longo tempo.
E agora eu estou aqui, sem mal saber quem és tu, já que nem teu nome sei. E se souber alguma coisa sobre ti, é que tu tens em tênis igual ao meu, os vícios iguais aos meus, o mesmo gosto que eu pra roupas.
Com certeza, você seria facilmente mais uma de minhas fraquezas. Mais um de meus amores, mais um sofrer de meu peito.
E por incrível que lhe pareça, você não faz meu tipo de corpo ou sequer de rosto, mas eu gostei de ti. Gostei das tuas costas largas, iguais as que eu tanto detesto em outra pessoa. Gostei da tua falta de altura perto do meu padrão. Gostei do teu cheiro de perfume amadeirado no lugar do cheiro do teu cigarro.
Você esteve sob meus olhares desde que eu entrei naquele pub, naquele sábado chuvoso. E simplesmente conseguiu varrer meu pensamento de todo o sofrer que eu carregava em meu peito naquele dia.
Foi até engraçado o jeito que você conseguiu dispertar meu interesse, e sim, eu confesso que a maior vontade que eu tinha aquela noite era simplesmente pegar a long neck que estava em grudada em teus lábios e substituí-la por meus lábios. Fazer teu cigarro escapar de teus dedos e sair correndo com ele.
Arrancar teu coração, teu olhar, tua cara séria e fazê-lo sorrir, enquanto implorava que eu devolvesse teu coração roubado, enquanto implorava por mim.
Mas não, mais uma vez eu fui tímida demais pra isso, e nem teu nome perguntei. E agora você me faz lembrar de toda a vergonha que eu tenho de deixar pra trás. Me faz lembrar do quão corajosa eu posso ser ao lhe encontrar mais uma vez.
E sim, eu prometo que serei.
Escrito em: 29/01/2010
E sim, você só me viu no final da festa, e o que tivemos foram apenas troca de olhares. Mas foi intenso, demais.
E quando eu lhe vi passando na minha frente e você encarou meus olhos de perto, algo rugiu em meu peito e simplesmente fez com que tu não saisse da minha cabeça por um longo tempo.
E agora eu estou aqui, sem mal saber quem és tu, já que nem teu nome sei. E se souber alguma coisa sobre ti, é que tu tens em tênis igual ao meu, os vícios iguais aos meus, o mesmo gosto que eu pra roupas.
Com certeza, você seria facilmente mais uma de minhas fraquezas. Mais um de meus amores, mais um sofrer de meu peito.
E por incrível que lhe pareça, você não faz meu tipo de corpo ou sequer de rosto, mas eu gostei de ti. Gostei das tuas costas largas, iguais as que eu tanto detesto em outra pessoa. Gostei da tua falta de altura perto do meu padrão. Gostei do teu cheiro de perfume amadeirado no lugar do cheiro do teu cigarro.
Você esteve sob meus olhares desde que eu entrei naquele pub, naquele sábado chuvoso. E simplesmente conseguiu varrer meu pensamento de todo o sofrer que eu carregava em meu peito naquele dia.
Foi até engraçado o jeito que você conseguiu dispertar meu interesse, e sim, eu confesso que a maior vontade que eu tinha aquela noite era simplesmente pegar a long neck que estava em grudada em teus lábios e substituí-la por meus lábios. Fazer teu cigarro escapar de teus dedos e sair correndo com ele.
Arrancar teu coração, teu olhar, tua cara séria e fazê-lo sorrir, enquanto implorava que eu devolvesse teu coração roubado, enquanto implorava por mim.
Mas não, mais uma vez eu fui tímida demais pra isso, e nem teu nome perguntei. E agora você me faz lembrar de toda a vergonha que eu tenho de deixar pra trás. Me faz lembrar do quão corajosa eu posso ser ao lhe encontrar mais uma vez.
E sim, eu prometo que serei.
Escrito em: 29/01/2010
Conosco
Paixão, amor... Até aonde chega o meu limitie entre as duas? Até onde eu posso separar uma da outra?
E o que vem após as duas? Minha loucura, meu sofrimento, minha indiferença?
Ou o meu amor resiste a tudo isso, e quando se cicatriza acaba me restando a esperança e um sentimento guardado na estante empoeirada do meu coração?
Eu simplesmente queria saber o que acontece com o meu coração. Já que consigo morrer de amores por ti, te odiar por saber, me odiar por não ter contado, morrer de amores por uma foto.
Eu só queria saber o que acontece comigo, contigo. Conosco.
Escrito em: 29/01/2010
E o que vem após as duas? Minha loucura, meu sofrimento, minha indiferença?
Ou o meu amor resiste a tudo isso, e quando se cicatriza acaba me restando a esperança e um sentimento guardado na estante empoeirada do meu coração?
Eu simplesmente queria saber o que acontece com o meu coração. Já que consigo morrer de amores por ti, te odiar por saber, me odiar por não ter contado, morrer de amores por uma foto.
Eu só queria saber o que acontece comigo, contigo. Conosco.
Escrito em: 29/01/2010
Leandro
Palavras, frases, manias, cores, olhares se confundem.
Em tão pouco tempo, já somos como pequenas notas musicais se completanto, como num acorde, mesmo que apenas notas saiam de teu velho baixo. E isso tudo, rapidamente, já pode ser percebido por qualquer terceiro entre nós.Tanta sintonia, tanta afinidade.
Talvez tudo isso não passe de mais paranóias da minha cabeça, mas mesmo assim, eu percebo que o jeito que tu me tratas é diferente. Não especial, mas diferente, me fazendo distribuir milhares de descargas elétricas ao mais simples toque de tua pele ou numa tentativa de toque de teus belos lábios nos meus.
Lábios aqueles que não só sorriem pra mim a cada olhar cruzado, mas sim teu rosto inteiro que se ilumina ao se deparar com meus olhos fitando-lhe meio aos meus devaneios, fazendo-me corar feito uma boba que foge do amor.
E eu que tanto procurei, encontrei aonde menos pretendia. Encontrei alguém que me faz iluminar o olhar na simples menção do nome teu. E talvez eu até esteja gostando de todas as brincadeiras que estão sendo feitas com nosso pouco convívio e excessiva sintonia.
E, feliz ou infelizmente, o sentimento me ocorre com facilidade. E eu que consigo ter medo de tudo isso, de novo. Em dois anos, a terceira vez.
Ah, merda! Mais uma vez eu só queria ter coragem. Eu só queria ter você, amado.
Eu só queria ter nós dois, nada mais.
Escrito em: 26/02/2010
Em tão pouco tempo, já somos como pequenas notas musicais se completanto, como num acorde, mesmo que apenas notas saiam de teu velho baixo. E isso tudo, rapidamente, já pode ser percebido por qualquer terceiro entre nós.Tanta sintonia, tanta afinidade.
Talvez tudo isso não passe de mais paranóias da minha cabeça, mas mesmo assim, eu percebo que o jeito que tu me tratas é diferente. Não especial, mas diferente, me fazendo distribuir milhares de descargas elétricas ao mais simples toque de tua pele ou numa tentativa de toque de teus belos lábios nos meus.
Lábios aqueles que não só sorriem pra mim a cada olhar cruzado, mas sim teu rosto inteiro que se ilumina ao se deparar com meus olhos fitando-lhe meio aos meus devaneios, fazendo-me corar feito uma boba que foge do amor.
E eu que tanto procurei, encontrei aonde menos pretendia. Encontrei alguém que me faz iluminar o olhar na simples menção do nome teu. E talvez eu até esteja gostando de todas as brincadeiras que estão sendo feitas com nosso pouco convívio e excessiva sintonia.
E, feliz ou infelizmente, o sentimento me ocorre com facilidade. E eu que consigo ter medo de tudo isso, de novo. Em dois anos, a terceira vez.
Ah, merda! Mais uma vez eu só queria ter coragem. Eu só queria ter você, amado.
Eu só queria ter nós dois, nada mais.
Escrito em: 26/02/2010
E nem uma vez sequer consegui escrever teu nome ao lado do meu.
Mudanças... Ah, foram tantas mudanças desde então. Estado civil, colégio, casa, opinião, postura.
Mas, mesmo assim, eu não sei se quero tudo isso. Não realmente tudo, mas grande parte.
Casa, opinião e postura são os itens que eu não tenho como mudar, e que eu sei que, apesar de parecerem errados, são bons pra mim. Já o colégio, eu realmente estou gostando, curtindo.
O que realmente está me pegando é o estado civil, entende? É tanta coisa pra minha cabeça que eu sinto que eu realmente não queira isso. Até porque, eu sei que nasci extremamente livre, e se não me apego por completo por essa pessoa, eu não me entrego da cabeça aos pés, eu não duro muito ali.
E eu não quero isso.
Mais uma vez, talvez tenha me precipitado, me iludido, me atropelado. Talvez porque me atropelaram.
E, em mais uma das minhas hipóteses fica o sentimento de que o destino está nos afastando, e não apenas a minha situação, a minha mãe. Eu me sinto distante.
Talvez até porque, por causa de tudo aquilo que eu tenha feito e tu não saibas. Talvez porque eu não tenha a mínima vontade de lhe contar.
Talvez porque eu lhe considere mais amigo do que homem.
E eu me sinto culpada por isso, embora não pareça; Meio a tanto sentimento teu, tanto carinho, tanta importância que eu tenha tomado em sua vida.
Eu mais uma vez me encontro aqui, sem coragem, sem sentimento.
Embora isso me doa. Demais.
Eu realmente não sei como fazê-lo. Mais uma vez, o medo.
E como tu podes ser tão meigo e carinhoso comigo, mesmo eu distante, eu não sei.
Como eu posso interpretar tão bem, eu também não sei.
Pena você não poder decifrar tão bem meu olhar, distante. Minha falta de interesse, apática à sua ida.
E nem uma vez sequer consegui escrever teu nome ao lado do meu.
Mas agora, xingue-me de todos os nomes possíveis que vierem em tua mente. Vai lá, talvez eu até mereça. Talvez até mais do que isso.
Me dê um maldito tapa no rosto e faça-me chorar por tua falta. Sim, eu mereço.
Se sou ingrata? Sim, talvez eu realmente seja, e muito. Mas o que há de se fazer se não estou feliz com tudo isso? Conosco?
É. Talvez eu tenha obtido meu mais belo conto de fadas, e assim que me vi como a princesa que tenta fugir pela janela, percebi que não queria descer. Percebi que não teria prazer nenhum em descer.
Escrito em: 30/03/2010
Mas, mesmo assim, eu não sei se quero tudo isso. Não realmente tudo, mas grande parte.
Casa, opinião e postura são os itens que eu não tenho como mudar, e que eu sei que, apesar de parecerem errados, são bons pra mim. Já o colégio, eu realmente estou gostando, curtindo.
O que realmente está me pegando é o estado civil, entende? É tanta coisa pra minha cabeça que eu sinto que eu realmente não queira isso. Até porque, eu sei que nasci extremamente livre, e se não me apego por completo por essa pessoa, eu não me entrego da cabeça aos pés, eu não duro muito ali.
E eu não quero isso.
Mais uma vez, talvez tenha me precipitado, me iludido, me atropelado. Talvez porque me atropelaram.
E, em mais uma das minhas hipóteses fica o sentimento de que o destino está nos afastando, e não apenas a minha situação, a minha mãe. Eu me sinto distante.
Talvez até porque, por causa de tudo aquilo que eu tenha feito e tu não saibas. Talvez porque eu não tenha a mínima vontade de lhe contar.
Talvez porque eu lhe considere mais amigo do que homem.
E eu me sinto culpada por isso, embora não pareça; Meio a tanto sentimento teu, tanto carinho, tanta importância que eu tenha tomado em sua vida.
Eu mais uma vez me encontro aqui, sem coragem, sem sentimento.
Embora isso me doa. Demais.
Eu realmente não sei como fazê-lo. Mais uma vez, o medo.
E como tu podes ser tão meigo e carinhoso comigo, mesmo eu distante, eu não sei.
Como eu posso interpretar tão bem, eu também não sei.
Pena você não poder decifrar tão bem meu olhar, distante. Minha falta de interesse, apática à sua ida.
E nem uma vez sequer consegui escrever teu nome ao lado do meu.
Mas agora, xingue-me de todos os nomes possíveis que vierem em tua mente. Vai lá, talvez eu até mereça. Talvez até mais do que isso.
Me dê um maldito tapa no rosto e faça-me chorar por tua falta. Sim, eu mereço.
Se sou ingrata? Sim, talvez eu realmente seja, e muito. Mas o que há de se fazer se não estou feliz com tudo isso? Conosco?
É. Talvez eu tenha obtido meu mais belo conto de fadas, e assim que me vi como a princesa que tenta fugir pela janela, percebi que não queria descer. Percebi que não teria prazer nenhum em descer.
Escrito em: 30/03/2010
Something II
Ah, meus olhos.
Teus belos olhos verdes que insisto em dizer que são meus.
Aqueles que insistem em exergar as profundesas de meu temeroso olhar.
Olhar que teme em perder o Sol das manhãs negras e obscuras de meu coração.
Coração martirizado por sofrimento.
Cansado e puído por dentro. Por amar, por amor.
Àquele que lhe anseia, completamente e sem razão.
Perdidamente e sem razão.
Àquele que muda meu mundo com o som de sua risada, que me faz ir além.
Àquele que me faz viajar por centenas de horas em milésimos de segundos.
Que faz com que não haja sede maior do que a de seu toque, de seus lábios.
Me faz que exista sem razão.
Escrito em: 10/06/2010
Teus belos olhos verdes que insisto em dizer que são meus.
Aqueles que insistem em exergar as profundesas de meu temeroso olhar.
Olhar que teme em perder o Sol das manhãs negras e obscuras de meu coração.
Coração martirizado por sofrimento.
Cansado e puído por dentro. Por amar, por amor.
Àquele que lhe anseia, completamente e sem razão.
Perdidamente e sem razão.
Àquele que muda meu mundo com o som de sua risada, que me faz ir além.
Àquele que me faz viajar por centenas de horas em milésimos de segundos.
Que faz com que não haja sede maior do que a de seu toque, de seus lábios.
Me faz que exista sem razão.
Escrito em: 10/06/2010
Something I
Ah, queria tanto poder o descrever em palavras o que eu estou sentindo.
Raiva, dor, ódio, desapego, desinteresse, enjoo, preguiça, esperança, desafeto, saudade... Cara, é tanta coisa... Acho que é aquele maldito espírito de fim de ano. Mas não. Eu bem que queria que fosse, mas algo me diz que não é.
Eu sei que não é por acaso. Nunca foi.
Minha vontade de ir é mais forte do que nunca. Sufocada, isso que estou.
Calada, quieta, consumida pela falta, consumida pela dor, pelo amor, mais uma vez.
Parei, parei de sofrer, e hoje, você é indiferente pra mim. E sim, pra mim, o contrário do amor é a indiferença. Não o ódio. E eu, consegui, mais uma vez, tirar essa dor, a dor de amar, do meu coração.
E meu maior medo, atualmente, tem sido o amor, mais uma vez. A ligação que pode-se ter com uma pessoa que é muito importante pra você e pra uma terceira pessoa mais do que importante na sua vida, e então, poder pensar na possibilidade de olhar na cara da primeira pessoa e acabar se apaixonando, mesmo sabendo que essa pessoa já está destinada a outra e você nunca terá uma chance sequer, e o único tipo de afeto que voce pode receber é um amor fraterno.
Se dá pra entender algo? Eu acho que não. É tudo muito confuso. Acho que só eu posso entender. E eu não quero.
Outro medo, tem sido gostar demais de uma pessoa que, no começo, você nunca havia percebido que estava ali. Não como alguém que gostasse de ti, mas que estivesse ali como algo que você nunca havia visto.
----------------------------
Love is my religion.
All i need is love.
All you need is love.
All they need is love. Love is all they need.
Viva. Simplesmente sem pensar no amanhã. Sem pensar no passado. Viva para ser amado.
Jogue suas armas no chão e renda-se ao amanhã. Renda-se ao sentimento. Renda-se a felicidade.
Ando em busca de vida. A vida está a minha espera. Hoje o mundo é cão, e o sofrimento se tornou clichê. E ainda estou salva. Eu ainda tenho sentimentos. Eu ainda sinto. Eu ainda amo.
O contrário do amor não é o ódio, mas sim a indiferença.
----------------------------
Ah, cara, que ódio que me dá essa distância.
É tão foda não poder estar ao teu lado. Chega a ser trite, as vezes.
Daria tudo pra ter você aqui todos os dias, todos os momentos, todas as horas.
Pra todo o sempre que eu te tiver aqui em meus braços.
Tudo isso porque eu te amo.
E nunca vou te abandonar.
Raiva, dor, ódio, desapego, desinteresse, enjoo, preguiça, esperança, desafeto, saudade... Cara, é tanta coisa... Acho que é aquele maldito espírito de fim de ano. Mas não. Eu bem que queria que fosse, mas algo me diz que não é.
Eu sei que não é por acaso. Nunca foi.
Minha vontade de ir é mais forte do que nunca. Sufocada, isso que estou.
Calada, quieta, consumida pela falta, consumida pela dor, pelo amor, mais uma vez.
Parei, parei de sofrer, e hoje, você é indiferente pra mim. E sim, pra mim, o contrário do amor é a indiferença. Não o ódio. E eu, consegui, mais uma vez, tirar essa dor, a dor de amar, do meu coração.
E meu maior medo, atualmente, tem sido o amor, mais uma vez. A ligação que pode-se ter com uma pessoa que é muito importante pra você e pra uma terceira pessoa mais do que importante na sua vida, e então, poder pensar na possibilidade de olhar na cara da primeira pessoa e acabar se apaixonando, mesmo sabendo que essa pessoa já está destinada a outra e você nunca terá uma chance sequer, e o único tipo de afeto que voce pode receber é um amor fraterno.
Se dá pra entender algo? Eu acho que não. É tudo muito confuso. Acho que só eu posso entender. E eu não quero.
Outro medo, tem sido gostar demais de uma pessoa que, no começo, você nunca havia percebido que estava ali. Não como alguém que gostasse de ti, mas que estivesse ali como algo que você nunca havia visto.
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Love is my religion.
All i need is love.
All you need is love.
All they need is love. Love is all they need.
Viva. Simplesmente sem pensar no amanhã. Sem pensar no passado. Viva para ser amado.
Jogue suas armas no chão e renda-se ao amanhã. Renda-se ao sentimento. Renda-se a felicidade.
Ando em busca de vida. A vida está a minha espera. Hoje o mundo é cão, e o sofrimento se tornou clichê. E ainda estou salva. Eu ainda tenho sentimentos. Eu ainda sinto. Eu ainda amo.
O contrário do amor não é o ódio, mas sim a indiferença.
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Ah, cara, que ódio que me dá essa distância.
É tão foda não poder estar ao teu lado. Chega a ser trite, as vezes.
Daria tudo pra ter você aqui todos os dias, todos os momentos, todas as horas.
Pra todo o sempre que eu te tiver aqui em meus braços.
Tudo isso porque eu te amo.
E nunca vou te abandonar.
Escrito em: 10/06/2010
Há
Não, eu não quero.
Não, eu não LHE quero. Não mais.
E tudo isso faz com que eu me enjoe cada vez mais de ti.
Cada vez mais de teu cheiro, pele, jeito. Cada vez mais de nós.
E não há nada nem ninguém que possa mudar isso. Nem mesmo você.
Nem mesmo se eu quisesse.
E, sinceramente, dessa vez pode-se declarar o fim.
Até porque, não fui só eu que mudei. E um dos maiores problemas hoje é a questão de eu ter evoluído e você regredido, cada vez mais. Agora tudo isso faz com que não sejamos mais tão complementares como éramos no início. Ambos vivendo opostamente.
Mas não, não há nada do que eu me arrependa. Mas também não há nada mais que me orgulhe.
Não há mais você aqui. Não há mais nós dois, há muito tempo.
Não há mais meu amor por você. Por você.
Se é que ainda há o teu por mim.
E agora, o que fica é todo meu desinteresse, minha má vontade e meu desapego por ti.
E sabes que às vezes só lhe quero como amigo, n’outras vezes, nem isso.
Só sei que não lhe quero mais aqui. Não quero mais nós. Não quero mais você.
E a partir de agora, passarei a querer coisas concretas.
E nós já não existimos mais, há tempos.
Se é que um dia existimos de verdade.
Escrito em: 02/08/2010
Ciúmes, confusão.
Como é? Como pode ser tudo isso?
Amar um, lembrar d'outro, querer mais um, dois; Desconhecidos.
Tudo me desconcentra, e eu não consigo ir embora. Mas no final, não adianta fugir, até porque, eu gosto de tudo isso.
E eu sei que o erro é meu, somente meu.
Ok, podem me mal compreender, até porque, acho que os apoiaria se não estivesse em minha pele, em meu sorriso.
Mesmo assim, não adianta, de jeito nenhum, não me entenderiam, não me quereriam, não mudaria meu caso. Não mudaria minha febre, minha dor, meu câncer, minha (in)felicidade.
Ainda assim, o problema não é ser, é encontar o algo que lhe torne aquilo, e assim, perceber que ele estás a tua frente, lhe modificando, e nada possa-se fazer mudará aquilo.
E dentro de tudo isso, ciúmes, tristeza, euforia, ganância.
[i]"Às vezes no olhar
a gente sente,
não dá pra confiar,
a gente sente,
no canto do sofá,
estão presente,
e na sala de estar com muita gente"[/i]
[b](Ciúmes do Planeta Terra - 2ois)[/b]
Amar um, lembrar d'outro, querer mais um, dois; Desconhecidos.
Tudo me desconcentra, e eu não consigo ir embora. Mas no final, não adianta fugir, até porque, eu gosto de tudo isso.
E eu sei que o erro é meu, somente meu.
Ok, podem me mal compreender, até porque, acho que os apoiaria se não estivesse em minha pele, em meu sorriso.
Mesmo assim, não adianta, de jeito nenhum, não me entenderiam, não me quereriam, não mudaria meu caso. Não mudaria minha febre, minha dor, meu câncer, minha (in)felicidade.
Ainda assim, o problema não é ser, é encontar o algo que lhe torne aquilo, e assim, perceber que ele estás a tua frente, lhe modificando, e nada possa-se fazer mudará aquilo.
E dentro de tudo isso, ciúmes, tristeza, euforia, ganância.
[i]"Às vezes no olhar
a gente sente,
não dá pra confiar,
a gente sente,
no canto do sofá,
estão presente,
e na sala de estar com muita gente"[/i]
[b](Ciúmes do Planeta Terra - 2ois)[/b]
Escrito em: 12/07/2010
Aqui
Sim, eu sinto a tua falta
Mesmo que nunca tenha lhe tido.
E não, o tempo não cicatrizou você.
Não gravou tua voz em mim, teu cheiro, você.
E não, tua ausência não trás-me paz. Nunca trouxe.
Só queria poder ter você aqui, queria poder fazer você mudar, de opinião.
Poder te ouvir toda vez que eu precisar.
Eu eu preciso disso. Agora.
Preciso ser mais uma de tuas tatuagens. Sendo mais uma de tuas lágrimas. Mais uma de tuas cicatrizes.
Ou melhor, curar todas elas. Curar você.
Pena tu ser meu ponto de paz.
"Esteja aqui,
Mesmo se o mundo te pedir pra não ficar.
(Você vai ficar)"
Fresno - Esteja Aqui
Escrito em: 19/07/2010
Mesmo que nunca tenha lhe tido.
E não, o tempo não cicatrizou você.
Não gravou tua voz em mim, teu cheiro, você.
E não, tua ausência não trás-me paz. Nunca trouxe.
Só queria poder ter você aqui, queria poder fazer você mudar, de opinião.
Poder te ouvir toda vez que eu precisar.
Eu eu preciso disso. Agora.
Preciso ser mais uma de tuas tatuagens. Sendo mais uma de tuas lágrimas. Mais uma de tuas cicatrizes.
Ou melhor, curar todas elas. Curar você.
Pena tu ser meu ponto de paz.
"Esteja aqui,
Mesmo se o mundo te pedir pra não ficar.
(Você vai ficar)"
Fresno - Esteja Aqui
Escrito em: 19/07/2010
Renasci.
Sim, não estou nem ai.
Sim, eu fiz o que eu queria.
Assim como tu fez;
Assim, como eu sempre fiz.
Assim como tu faz.
Não, não foi dos melhores.
Mas nem dos piores.
Mas sim, eu não estou nem ai.
Eu gostei.
E a partir de agora, não há nada ou ninguém que me empeça.
Nem mesmo você.
Até porque, eu nunca lhe impedi.
Eu nunca fui impedida.
Eu nunca quis tudo o que você quer.
Eu quis me libertar, me diverti.
E quando eu estava conseguindo, você me prendeu novamente.
A partir de agora, chega.
Você perdeu.
E eu me libertei, cresci, floresci.
De tuas cinzas, renasci.
Renasci.
"You say you wanna a revolution,
Well you know,
We all wanna change the world"
Revolution - The Beatles
Ouvindo agora: O Que Hoje Você Vê - Fresno
Escrito em: 22/07/2010
Sim, eu fiz o que eu queria.
Assim como tu fez;
Assim, como eu sempre fiz.
Assim como tu faz.
Não, não foi dos melhores.
Mas nem dos piores.
Mas sim, eu não estou nem ai.
Eu gostei.
E a partir de agora, não há nada ou ninguém que me empeça.
Nem mesmo você.
Até porque, eu nunca lhe impedi.
Eu nunca fui impedida.
Eu nunca quis tudo o que você quer.
Eu quis me libertar, me diverti.
E quando eu estava conseguindo, você me prendeu novamente.
A partir de agora, chega.
Você perdeu.
E eu me libertei, cresci, floresci.
De tuas cinzas, renasci.
Renasci.
"You say you wanna a revolution,
Well you know,
We all wanna change the world"
Revolution - The Beatles
Ouvindo agora: O Que Hoje Você Vê - Fresno
Escrito em: 22/07/2010
Se tu vens as quatro, desde as três eu começo a ser feliz.
Estou cansada de ser uma fortaleza.
Estou cansada de ter que ser sempre a conselheira, a filha da puta, a forte.
Só queria poder deixar rolar todas minhas lágrimas,
Para que as observasse atentamente e entendessem todo meu sofrer, minha dor.
Só queria ter aqui, meu amor.
E quem eu realmente quero só me faz encontrar dor.
E nesse jogo de desencontros, vou ficando com os errados
enquanto meu amor não cai em meus braços
e retira de meu peito esse martírio que todos os dias tende em martelar meus sentimentos.
Enquanto isso, continuo aqui.
Continuo sendo forte.
Continuo sendo gelo.
Sendo, sendo.
Um dia, acabo derretendo
Nas chamas de meu peito que resiste fortemente aqui.
Escrito em: 05/08/2010
Estou cansada de ter que ser sempre a conselheira, a filha da puta, a forte.
Só queria poder deixar rolar todas minhas lágrimas,
Para que as observasse atentamente e entendessem todo meu sofrer, minha dor.
Só queria ter aqui, meu amor.
E quem eu realmente quero só me faz encontrar dor.
E nesse jogo de desencontros, vou ficando com os errados
enquanto meu amor não cai em meus braços
e retira de meu peito esse martírio que todos os dias tende em martelar meus sentimentos.
Enquanto isso, continuo aqui.
Continuo sendo forte.
Continuo sendo gelo.
Sendo, sendo.
Um dia, acabo derretendo
Nas chamas de meu peito que resiste fortemente aqui.
Escrito em: 05/08/2010
Só queria poder contar com menos expectativas, pra menores decepções. Queria poder contar com a certeza de que eu vou te encontrar Te encontrar E você me fará amar, pra sempre E gostará do meu gostar. E eu lhe tirarei o ar. Será que é tão difícil compreender? Tão difícil perceber? Que eu sou só mais uma perdida naquele tempo espaço louco chamado amor Chamado você Chamado querer. Só queria poder encontar você, encontrar alguém, encontrar nós Nós dois. Nossa pele, nosso cheiro, nosso lugar.
Escrito em: 23/08/2010
Escrito em: 23/08/2010
I wanna hold your hand
Merda. Será que toda vez terá de ser assim?
Mãos entrelaçadas, suadas. Beijos distribuídos por alguma parte, e teus doces lábios nos meus.
E mano, não vou mentir. Eu te queria cada vez mais ontem. Eu queria você pra sempre. EU quero isso tudo pra sempre. Eu quero você PRA SEMPRE.
Mas como minha vida é uma merda, só queria que você me esperasse, se não fosse pedir demais. Mas nem adianta discordar, eu SEI que É pedir demais, eu SEI que tu TENS que viver muito ainda. Eu SEI que NADA vai virar verdade, NENHUM dos meus sonhos, das minas vontades. Nada.
Mas não vou mentir que eu queria, e muito. Queria toda aquela decoração de apartamento, a geladeira, os steaks de frango... o nosso edredom preto, combinando com as toalhas de banho penduradas num suporte qualquer, ao lado do porta escovas de dente, com as tais cruzadas. Sim, coisa de filme, coisa de garota boba, idiota de quinze anos, mas fazer o que, isso que sou, isso que sempre fui. Mas, mesmo assim, queria tanto que sonho com tudo isso, todos so dias, em todos os momentos, em todas as oportunidades que eu tenho de pensar em você, em NÓS.
E merda, eu não consigo um dia sequer pensar em tudo que poderiamos viver juntos. Não consigo simplesmente dormir sem imaginar seus braços à minha volta, seu cheiro, sua pele na minha, formando a mistura que eu mais gosto em todas que já existiram, preto e branco, Leandro e Olívia.
E merda. Você É tudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre sonhei. Tá, só não tem as tatuagens e é preto (rs). Mas eu te amo assim, o que eu posso fazer?
É? O que eu posso fazer, me responde? Faz isso por mim, porque eu já não tenho mais o que falar sobre nós. Eu já não sei mais o que eu devo ou não sentir por você. Eu já não sei mais se te faço feliz ou te machuco cada vez mais com isso. Se eu devo continuar com isso. Só sei que eu morro de ciúmes de ti, eu morro de vontade de ti, morro de medo de te perder, de nos perder.
Inferno, só queria que você não estivesse lendo tudo isso. Só queria poder sair andando no mundo com você. Só queria que você pudesse me entender.
Só queria que pudessemos ficar juntos, agora de vez.
Mas infelizmente, não dá. Me desculpa. E tu sabes porque. Infelizmente, existe esse porquê.
Infelizmente, não pode existir nós. Por mais que nós queiramos mais que nossas vidas. Não há meio nenhum, não há. Por enquanto.
E nunca, nunca vou mentir que minha maior vontade no momento é abandonar tudo, largar tudo, colocar minhas coisas debaixo do braço, alugar um apartamento e viver pra sempre com você, fazendo o que eu bem entendo da minha vida, o que eu quero, o que me faz feliz. Fazer tudo aquilo que me faz viver. Tornar teu amor meu maior vício. Tornar você minha maior gasolina
E, infelizmente, eu acho que sei que você quer também.
Mas nós não podemos. Eu não posso.
Ah, merda. Eu só queria você. Nós dois.
Só queria voltar a ser feliz do jeito que tu me fazia.
Só queria poder ver o sorriso no teus lábios a todo momento, poder tocar você o quanto eu quisesse. Me inebriar com seu cheiro se mistuando com meu perfume.
Me saciar de toda a vontade que eu tenho de você. Acabar com o medo que sinto toda vez que vejo você pelas redondezas. Acabar com essa paz que tenho dia a dia, e com essa guerra que enfrento por dentro. Mandar tudo à merda e ser feliz, ao teu lado. Até porque, palavras não descrevem mais o que sinto por ti. E infelizmente, voltei à amar, voltei à sofrer, voltei à morrer. Não me condene por isso. NÃO SE CONDENE POR ISSO.
Você não tem culpa de nada, somente eu. Sempre eu que errei, que te machuquei. E tudo isso enquanto que queria te privar de tudo isso.
A única coisa que lhe peço é perdão, por tudo aquilo que fiz tu passar e sentir desde o dia que nos conhecemos. Desde o dia que bati meu olho em ti.
Me desculpa por te amar.
Me desculpa por fazer tu reparar em mim.
Me desculpa por deixar que tudo acontecesse.
Me desculpa por pegar na tua mão naquela primeira vez, no shopping.
Me desculpa por ter lhe abraçado naquele intervalo.
Me desculpa por ter lhe beijado
Me desculpa por ter deixado tu ter meus lábios.
Me desculpa por deixar que acontecesse tudo o que houve entre nós dois.
Me desculpa por ter terminado contigo e lhe beijado na porta da minha casa.
Me desculpa por ter lhe achado naquele show.
Por ter lhe beijado novamente, por ter deixado tu cuidar de mim, ter deixado que persuadissem minha cabeça contra você. Por ter lhe feito sofrer mais uma vez. Por ter retoamdo o contato contigo.
Só não me perdoe dos momentos em que me viu sorrir. Todos esses foram extremamente sinceros.
Nem dos em que disse que lhe amei. Pois esses foram os mais intensos e verdadeiros de uma vida toda.
Nossa vida, minha.
Me desculpe por te amar. Eu te amo. Muito. Mais do que você ou alguém algum dia já imaginou ou irá imaginar.
"I want to see your hairline
And cheek bones
And red lips
And cell phone
Won't you let me know?
Will I wake to find you waiting by my bedside?
Will I wake to find you waiting by my side? - Sleep, Copeland.
Escrito em 12/09/2010.
Mãos entrelaçadas, suadas. Beijos distribuídos por alguma parte, e teus doces lábios nos meus.
E mano, não vou mentir. Eu te queria cada vez mais ontem. Eu queria você pra sempre. EU quero isso tudo pra sempre. Eu quero você PRA SEMPRE.
Mas como minha vida é uma merda, só queria que você me esperasse, se não fosse pedir demais. Mas nem adianta discordar, eu SEI que É pedir demais, eu SEI que tu TENS que viver muito ainda. Eu SEI que NADA vai virar verdade, NENHUM dos meus sonhos, das minas vontades. Nada.
Mas não vou mentir que eu queria, e muito. Queria toda aquela decoração de apartamento, a geladeira, os steaks de frango... o nosso edredom preto, combinando com as toalhas de banho penduradas num suporte qualquer, ao lado do porta escovas de dente, com as tais cruzadas. Sim, coisa de filme, coisa de garota boba, idiota de quinze anos, mas fazer o que, isso que sou, isso que sempre fui. Mas, mesmo assim, queria tanto que sonho com tudo isso, todos so dias, em todos os momentos, em todas as oportunidades que eu tenho de pensar em você, em NÓS.
E merda, eu não consigo um dia sequer pensar em tudo que poderiamos viver juntos. Não consigo simplesmente dormir sem imaginar seus braços à minha volta, seu cheiro, sua pele na minha, formando a mistura que eu mais gosto em todas que já existiram, preto e branco, Leandro e Olívia.
E merda. Você É tudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre sonhei. Tá, só não tem as tatuagens e é preto (rs). Mas eu te amo assim, o que eu posso fazer?
É? O que eu posso fazer, me responde? Faz isso por mim, porque eu já não tenho mais o que falar sobre nós. Eu já não sei mais o que eu devo ou não sentir por você. Eu já não sei mais se te faço feliz ou te machuco cada vez mais com isso. Se eu devo continuar com isso. Só sei que eu morro de ciúmes de ti, eu morro de vontade de ti, morro de medo de te perder, de nos perder.
Inferno, só queria que você não estivesse lendo tudo isso. Só queria poder sair andando no mundo com você. Só queria que você pudesse me entender.
Só queria que pudessemos ficar juntos, agora de vez.
Mas infelizmente, não dá. Me desculpa. E tu sabes porque. Infelizmente, existe esse porquê.
Infelizmente, não pode existir nós. Por mais que nós queiramos mais que nossas vidas. Não há meio nenhum, não há. Por enquanto.
E nunca, nunca vou mentir que minha maior vontade no momento é abandonar tudo, largar tudo, colocar minhas coisas debaixo do braço, alugar um apartamento e viver pra sempre com você, fazendo o que eu bem entendo da minha vida, o que eu quero, o que me faz feliz. Fazer tudo aquilo que me faz viver. Tornar teu amor meu maior vício. Tornar você minha maior gasolina
E, infelizmente, eu acho que sei que você quer também.
Mas nós não podemos. Eu não posso.
Ah, merda. Eu só queria você. Nós dois.
Só queria voltar a ser feliz do jeito que tu me fazia.
Só queria poder ver o sorriso no teus lábios a todo momento, poder tocar você o quanto eu quisesse. Me inebriar com seu cheiro se mistuando com meu perfume.
Me saciar de toda a vontade que eu tenho de você. Acabar com o medo que sinto toda vez que vejo você pelas redondezas. Acabar com essa paz que tenho dia a dia, e com essa guerra que enfrento por dentro. Mandar tudo à merda e ser feliz, ao teu lado. Até porque, palavras não descrevem mais o que sinto por ti. E infelizmente, voltei à amar, voltei à sofrer, voltei à morrer. Não me condene por isso. NÃO SE CONDENE POR ISSO.
Você não tem culpa de nada, somente eu. Sempre eu que errei, que te machuquei. E tudo isso enquanto que queria te privar de tudo isso.
A única coisa que lhe peço é perdão, por tudo aquilo que fiz tu passar e sentir desde o dia que nos conhecemos. Desde o dia que bati meu olho em ti.
Me desculpa por te amar.
Me desculpa por fazer tu reparar em mim.
Me desculpa por deixar que tudo acontecesse.
Me desculpa por pegar na tua mão naquela primeira vez, no shopping.
Me desculpa por ter lhe abraçado naquele intervalo.
Me desculpa por ter lhe beijado
Me desculpa por ter deixado tu ter meus lábios.
Me desculpa por deixar que acontecesse tudo o que houve entre nós dois.
Me desculpa por ter terminado contigo e lhe beijado na porta da minha casa.
Me desculpa por ter lhe achado naquele show.
Por ter lhe beijado novamente, por ter deixado tu cuidar de mim, ter deixado que persuadissem minha cabeça contra você. Por ter lhe feito sofrer mais uma vez. Por ter retoamdo o contato contigo.
Só não me perdoe dos momentos em que me viu sorrir. Todos esses foram extremamente sinceros.
Nem dos em que disse que lhe amei. Pois esses foram os mais intensos e verdadeiros de uma vida toda.
Nossa vida, minha.
Me desculpe por te amar. Eu te amo. Muito. Mais do que você ou alguém algum dia já imaginou ou irá imaginar.
"I want to see your hairline
And cheek bones
And red lips
And cell phone
Won't you let me know?
Will I wake to find you waiting by my bedside?
Will I wake to find you waiting by my side? - Sleep, Copeland.
Escrito em 12/09/2010.
Nostalgia, melancolia e reciclagem. E então, filho da puta?
Então, filho da puta, vi sua foto agora.
Então, filho da puta, ainda tenho muita vontade de te chingar, de te matar, de te odiar.
Então, filho da puta, eu consigo.
Então, e eu também tenho saudade.
Ah, sim, ai lá vem eu, filha da puta que sou, com a minha nostalgia melancólica.
E lhe pergunto, PRA QUE? Porque sempre tem que ser assim? Nostalgia melancolica?
Não, eu não quero mais deixar acontecer tudo o que já aconteceu 3 vezes. Credo, não, nào conseguiria, jamais.
Mas ainda assim, me deu saudade. Saudade dos bons momentos, das risadas, das músicas, filmes, histórias, piadas, dos nossos cheiros.
Sim, esse texto é pra você mesmo, Leandro. E eu não tenho vergonha de admitir que é. Infelizmente, eu não tenho.
Eu tenho saudade de nós sim.
Isso não quer dizer que eu queira de volta.
Porque não, eu não quero.
Porque sim, eu to sendo feliz sem você. Muito feliz.
E eu nem ao menos precisei encontrar alguém que te substituisse. Essa pessoa simplesmente apareceu, do nada, na minha vida.
E engraçado que, muitos dos meus planos atuais são planos que foram nossos. Não do mesmo jeito, reciclados.
E ainda assim, é engraçado como a vida se recicla. O amor, os sentimentos se reciclam, né?
E isso não para mais.
Já parou. E o que sobrou?
Não, não sobrou. E pra falar verdade, depois de tudo o que houve, o que eu mais queria era que não sobrasse.
E acho que só não foi mais devastador porque eu tinha uma semente de esperança.
E hoje em dia, eu to feliz com ela.
E pretendo ficar, estar, continuar e nunca mais ter que reciclar. Parar.
Já to parando, eu acho.
Não vejo a hora de dizer: parei.
Parei. De escrever, de sentir, por enquanto.
Vai entender.
Então, filho da puta, ainda tenho muita vontade de te chingar, de te matar, de te odiar.
Então, filho da puta, eu consigo.
Então, e eu também tenho saudade.
Ah, sim, ai lá vem eu, filha da puta que sou, com a minha nostalgia melancólica.
E lhe pergunto, PRA QUE? Porque sempre tem que ser assim? Nostalgia melancolica?
Não, eu não quero mais deixar acontecer tudo o que já aconteceu 3 vezes. Credo, não, nào conseguiria, jamais.
Mas ainda assim, me deu saudade. Saudade dos bons momentos, das risadas, das músicas, filmes, histórias, piadas, dos nossos cheiros.
Sim, esse texto é pra você mesmo, Leandro. E eu não tenho vergonha de admitir que é. Infelizmente, eu não tenho.
Eu tenho saudade de nós sim.
Isso não quer dizer que eu queira de volta.
Porque não, eu não quero.
Porque sim, eu to sendo feliz sem você. Muito feliz.
E eu nem ao menos precisei encontrar alguém que te substituisse. Essa pessoa simplesmente apareceu, do nada, na minha vida.
E engraçado que, muitos dos meus planos atuais são planos que foram nossos. Não do mesmo jeito, reciclados.
E ainda assim, é engraçado como a vida se recicla. O amor, os sentimentos se reciclam, né?
E isso não para mais.
Já parou. E o que sobrou?
Não, não sobrou. E pra falar verdade, depois de tudo o que houve, o que eu mais queria era que não sobrasse.
E acho que só não foi mais devastador porque eu tinha uma semente de esperança.
E hoje em dia, eu to feliz com ela.
E pretendo ficar, estar, continuar e nunca mais ter que reciclar. Parar.
Já to parando, eu acho.
Não vejo a hora de dizer: parei.
Parei. De escrever, de sentir, por enquanto.
Vai entender.
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
E às vezes eu me pego aqui.
Eu me pego em nós.
Me apego em você.
E tudo isso faz com que me pegue em minhas confusões de versos.
Que me pegue sabendo que te peguei sabendo que ainda quer.
Que ainda me quer.
Que ainda me ganha.
Que ainda me pega sendo sentimental.
E eu odeio isso.
Odeio muito tudo isso.
Odeio muito que me apegue, que se apegue e que me despregue tão rapidamente, indecisamente.
Como toda vez acontece e me pego pensando em ti.
sábado, 15 de janeiro de 2011
Malditas palavras dançantes.
Botei a cara pra fora da janela. Começava a gotejar.
Botei a cara pra fora da janela. Senti aquilo tudo queimar.
Incomodar. Flamenjar. Voltar a amar.Voltar a ver um passado que nunca vi.
Vi o passado reviver no presente. Minha mente te amar. Mais uma vez me conquistar.Um cara que quis demais. Que num passado nunca quis.
Mas infelizmente, tá ai. Pra me perseguir. Pra me ver falar.
Pra me ouvir escrever. Simplesmente me sentir amar.
Sentir cair. Ruir.
Aqui. Mais uma vez por ti.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Sobre sexo, carícias e amor.
E eu me balançava no teu corpo. Sentia você dentro de mim. Sentia todo aquele pecado ser cometido. E me lambuzava. Queria mais, sempre mais, cada vez mais, mais forte, mais rápido. E você não aguentava aquele meu ritmo todo. Eu acabava com você. E você sorria. Enquanto eu queria mais. Queria pra sempre. Queria você. Queria odores, sentidos, palavras e gemidos que me satisfizessem. Mas não queria você, Queria tudo. Todos. Mas os melhores. Todos aqueles que eu tendia em chamar de meu. Todos os corpos, cheiros e marcas de cigarro. Todas as bocas, todos os beijos. Vindo junto de gemidos. Vindos junto com você. Vindo juntos sem amor.
Por favor, mais um gole de vodca.
Por favor, mais um gole de vodca.
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