Eu sou louca, louca por estar aqui, denovo, louca por falar com você mais uma vez.
Eu não sei se te amo, odeio.
Mas sei que te amo. Tanto. Engraçadamente.
Só sei que sou tudo aquilo que sou de verdade com você. E sem você eu me perco, acabo não sendo mais nada.
E você é a única pessoa que eu me lembro de ter me feito bem, ter me feito REALMENTE feliz, REALMENTE bem.
Talvez por isso, eu nunca te esqueça.
Talve por isso, eu erre tanto.
Talvez por isso eu te ame, por tudo isso.
Eu eu sinta tanto a sua falta, tanto a sua dor.
E talvez por isso também eu esteja aqui, toda borrada, debulhada em lágrimas e sofrendo sua ausência.
Até porque, eu sei que chegará o dia que eu nunca mais vou te ver. E eu nunca imaginei isso. Pro fim, eu sempre imaginei nós dois, e não 1 eu sem 1 você.
E até então, eu venho me tornado aquela pipa que um dia, você cortou a corta e mudou tudo.
E mesmo assim, eu sempre volto a te amar da mesma forma.
E eu apenas, sem você, sou uma terrível pipa.
Que você não se orgulha mais do voô, que também deixou de ser maravilhoso.
De tantas que foram as merdas que eu fiz contigo, te tanto que eu lhe machuquei.
E esse amor não é mais como nas canções antigas, como era antigamente, como era nós dois.
Hoje em dia, ele me faz sofrer e não só ele, mas a culpa, a vergonha, a vontade, a saudade.
E ele sempre volta. Ele sempre esteve aqui. Ele está em movimento.
Mas o pior problema de todos esses é que eu sou fraca demais pra isso. Sou fraca demais pra nós. Não aguento, te machuco. E já fiz tanto isso, tanto, tanto que você cansou.
E acho que você tem todo o direito de me xingar, me odiar para sempre e se acuar.
Mas não de dizer que todas a merdas que eu fiz foram porque eu amava, muito, você.
E acho que ainda amo.
Mesmo eu já tendo lhe dito isso inúmeras vezes.
E cá estou eu, cantando novamente nesses mesmos versos carentes.
Canto com a cabeça erguida, com os olhos fechados, porque sim, eu amo cantar e também amo você.
Eu você sabe muito bem que eu estaria na sua casa em dez minutos, se eu pudesse, porque há tantas, tantas coisas que eu quero te dizer.
Eu só queria ver você, mais uma vez. E você sabe disso.
Por mais que fosse a última, você sabe disso.
E acordar te encontrando ao meu lado, na cama.
Ver você, acariciar seus cabelos, sentir seu cheiro. E tocar seus lábios, mais uma vez.
Pra ter aquela sensação que só você me faz ter. De mundo, de tempo parado e nunca passado. De felicidade.
Porque a única vez que eu soube feliz eu não soube continuar sendo.
Eu só te machuquei. E te falei muita coisa que não devia, que não era real.
Eu me assustei. E pela enésima vez, eu te machuquei.
E essa sou eu, mais uma vez, querendo estar no peitoril mais seguro.
Aterrisar bem ai, nos seus braços, como era antigamente.
Trancar todas as portas e me manter segura em seus braços.
E ter certeza de que está tudo bem.
E ter a certeza que ao menos você me desculpa por tudo, mais uma vez.
E ter você aqui comigo. Nem que fosse pra uma última vez.
sábado, 25 de junho de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Suffering
Não tenho culpa de te amar, mesmo você não conseguindo retribuir esse amor.
Sofro por ti todos os dias, e, como você mesma disse, virei um fragmento de gente depois que nos separamos.
Sua memória me assombra, a cada música, a cada peça de roupa, a cada lugar que vou, a cada pessoa que encontro, a cada partícula de ar que respiro.
Nunca pensei, em toda a nossa história, que eu pudesse sair tão machucada quanto estou, mas sim, eu saí. Muito mais machucada do que qualquer um possa imaginar, mais machucada do que até eu mesma imagino que esteja, pois eu não quero pensar nisso.
Tento com todas as minhas forças lhe esquecer, mas já desisti de tentar, pois elas são muito, muito fracas perto do que eu sinto por ti.
Eu te amo realmente mais do que você possa imaginar, mais do que eu esperava de mim. Talvez porque eu seja uma pessoa carente, e tenha me apegado demais a você, a única que ouviu minhas palavras com atenção, sem me julgar. Talvez porque você tenha sido a única que me dera o afeto que eu precisava, e agora sofro por ter tido isso arrancado de mim.(...)
Choro descontroladamente como uma criança, enquanto leio pela enésima vez tuas palavras. É incrível o poder que você (ainda) tem sobre os meus sentimentos, e o quanto você consegue machuca-los com suas inúmeras desculpas, que agora eu acredito que sejam verdadeiras, que agora eu consigo entender perfeitamente.
Agora, sim, sou eu que lhe peço desculpas, mesmo que não as mereça e esteja agindo como uma criança mimada. Desculpa por estar agindo assim, mas talvez eu não tenha outra saída, se não sofrer até isso se esgotar, até você se esgotar no meu coração. O que eu quero que aconteça logo, mas que não consigo realizar.
Sim, eu não agüento mais carregar esse sentimento no meu peito, eu não agüento mais sofrer por ti, mas não consigo fazer com que isso pare. Eu simplesmente não consigo.
Eu não quero mais te amar, mas esse sentimento não se acaba, não se vai, mesmo eu tentando de todas as maneiras.(...)
Todas as noites, quando deito a cabeça no travesseiro, fico filosofando sobre minha vida, e, não consigo fazer isso sem que, em algum momento, meu pensamento chegue até você. A única coisa que consigo é, as vezes, lembrar dos bons momentos que passei contigo, com um sorriso no rosto, mas, mesmo assim, ainda sinto falta desses momentos, o que me provocam as lágrimas, o que me provoca os sentimentos ruins, o que me provoca sonhos contigo, pedindo pra voltar, o que me deixa mais melancólica ainda. Assim, esta doma meu corpo, e, mais uma vez, me fecho no meu mundo, no meu buraco negro, aquele que você me deixou, aquele que você habitava, completava.
Me perco em teu sorriso, em teus olhos, em teu cheiro, teus carinhos e beijos, em minhas lágrimas mais uma vez. E, quase todos os dias, esse ciclo se repete, é assim que venho vivendo depois de ti. Venho sendo uma pessoa fria, uma dependente do amor, e quem sabe do sofrimento que o tal me causa, disfarçada de uma pessoa alegre, inteligente, companheira e apaixonada por um e se relacionando com outro. Estou presa dentro disso. Dentro desse fragmento de vida. Dentro dessa solidão.
Sofro por ti todos os dias, e, como você mesma disse, virei um fragmento de gente depois que nos separamos.
Sua memória me assombra, a cada música, a cada peça de roupa, a cada lugar que vou, a cada pessoa que encontro, a cada partícula de ar que respiro.
Nunca pensei, em toda a nossa história, que eu pudesse sair tão machucada quanto estou, mas sim, eu saí. Muito mais machucada do que qualquer um possa imaginar, mais machucada do que até eu mesma imagino que esteja, pois eu não quero pensar nisso.
Tento com todas as minhas forças lhe esquecer, mas já desisti de tentar, pois elas são muito, muito fracas perto do que eu sinto por ti.
Eu te amo realmente mais do que você possa imaginar, mais do que eu esperava de mim. Talvez porque eu seja uma pessoa carente, e tenha me apegado demais a você, a única que ouviu minhas palavras com atenção, sem me julgar. Talvez porque você tenha sido a única que me dera o afeto que eu precisava, e agora sofro por ter tido isso arrancado de mim.(...)
Choro descontroladamente como uma criança, enquanto leio pela enésima vez tuas palavras. É incrível o poder que você (ainda) tem sobre os meus sentimentos, e o quanto você consegue machuca-los com suas inúmeras desculpas, que agora eu acredito que sejam verdadeiras, que agora eu consigo entender perfeitamente.
Agora, sim, sou eu que lhe peço desculpas, mesmo que não as mereça e esteja agindo como uma criança mimada. Desculpa por estar agindo assim, mas talvez eu não tenha outra saída, se não sofrer até isso se esgotar, até você se esgotar no meu coração. O que eu quero que aconteça logo, mas que não consigo realizar.
Sim, eu não agüento mais carregar esse sentimento no meu peito, eu não agüento mais sofrer por ti, mas não consigo fazer com que isso pare. Eu simplesmente não consigo.
Eu não quero mais te amar, mas esse sentimento não se acaba, não se vai, mesmo eu tentando de todas as maneiras.(...)
Todas as noites, quando deito a cabeça no travesseiro, fico filosofando sobre minha vida, e, não consigo fazer isso sem que, em algum momento, meu pensamento chegue até você. A única coisa que consigo é, as vezes, lembrar dos bons momentos que passei contigo, com um sorriso no rosto, mas, mesmo assim, ainda sinto falta desses momentos, o que me provocam as lágrimas, o que me provoca os sentimentos ruins, o que me provoca sonhos contigo, pedindo pra voltar, o que me deixa mais melancólica ainda. Assim, esta doma meu corpo, e, mais uma vez, me fecho no meu mundo, no meu buraco negro, aquele que você me deixou, aquele que você habitava, completava.
Me perco em teu sorriso, em teus olhos, em teu cheiro, teus carinhos e beijos, em minhas lágrimas mais uma vez. E, quase todos os dias, esse ciclo se repete, é assim que venho vivendo depois de ti. Venho sendo uma pessoa fria, uma dependente do amor, e quem sabe do sofrimento que o tal me causa, disfarçada de uma pessoa alegre, inteligente, companheira e apaixonada por um e se relacionando com outro. Estou presa dentro disso. Dentro desse fragmento de vida. Dentro dessa solidão.
Escrito em: Final de 2008/ Começo de 2009.
Música pra mentir.
Você pediu pra que eu seguisse em frente, e eu talvez possa dizer que eu estou conseguindo.
Sim, parece realmente estranho desistir de tudo assim tão fácil, mas não é, e eu sei que você sabe disso tão bem quanto eu.
Mas, cara, realmente eu não sei. Não sei o que eu quero. Não sei mais se é você.
Sim, você não disse tudo aquilo o que eu queria ouvir, e eu sabia que não diria, mas eu ainda tentava ter alguma esperança, completamente em vão, eu sei.
Mas não, não me culpo, julgo ou arrependo de nada. Nem de ter sofrido por ti um dia de todos os que eu sofri. Mas eu realmente não sei se quero mais isso.
Não sei se quero seus olhos sobre mim, ou você aqui comigo.
E talvez eu até esteja me precipitando, como já fiz em outras vezes, mas não nego que eu fiquei balançada com tantos encontros e desencontros com pessoas que eu já pensava que poderiam ser interessantes pra mim.
E sim, eu fiquei interessada.
E agora, não só em você, mas nele também. E não importa quem ele seja, porque, dessa vez, eu não contarei nada à ninguém, por mais amiga minha que seja. Eu vou preferir ficar calada. E quem sabe, poderá vir a dar certo.
Eu não sei.
Eu realmente não sei se te quero como queria antes, antes de ficar sabendo tudo o que aconteceu. E se tem algo que eu me arrependo, foi de tê-la deixado entrar nessa história, e tomar as rédeas da minha vida. Do meu coração.
Sim, não nego que eu a adoro demais, e ela é minha melhor amiga quando se trata de desabafos, problemas ou qualquer outra coisa. Mas cara, eu realmente não sei se ela fez bem em lhe falar. Mesmo sabendo que ela só queria me ajudar.
E sim, tudo o que eu tinha mais do que certeza de que você falaria, foi falado. E não, por incrível que pareça, eu não sofri o tanto que eu pensei que iria sofrer, e muito menos chorei nos últimos dias. Sim, não mentirei que chorei no momento, mas não derramei uma lágrima depois. E não me arrependo.
Talvez eu até já tenha seguido em frente, sem mesmo perceber, e me apegado ao passado, fazendo-o voltar à tona. Ruim? Não, por incrível que pareça, não foi. Não pra mim. Mas foi doloroso, como eu não imaginaria que seria, mas tinha uma vaga idéia pela minha pouca vivência como sofredora.
Mas, se tu realmente queres saber, te guardarei em meu passado. Até porque, não irei me martirizar por algo que não dará em nada. E sim, a cada dia que passa, eu penso no quanto eu fui louca em pensar que, um dia, pudesse acontecer.
E não, talvez não tenha sido nem por tudo o que você falou, mas sim por toda minha vontade de deixar tudo pra trás.
E, meu, sei lá... Talvez seja melhor, pra nós dois, três, quatro. Até porque, nessa história toda se envolveram quatro pessoas, e eu sei que talvez, uma delas, sofreu até mais que eu.
Então, eu realmente não ligo mais. Eu não quero mais ligar. Eu estou me desligando. E isso é bom. Ao menos pra mim.
E quanto à você, tanto faz, tanto fez.
Quanto à Minha Amiga, eu a entendo, continuarei entendendo e a agradecerei eternamente por cessar meu sofrimento. Obrigada, guria.
Quanto à pessoa que sofre ou um dia sofreu por minhas falsas esperanças, mais uma vez, me desculpe. E sim, a culpa é toda minha, por mais que tu não queiras. E eu me ogerizo por teu sofrer.
Quanto a possível pessoa que possa vir à entrar na minha vida, ou ser mais uma das minhas ilusões passageiras, desde já, lhe digo, mesmo sabendo que tu nunca irá ler isto, que se um dia lhe gostar, será pra valer. Será intensamente. E talvez, rápido. Eu não lhe garanto nada, nem o meu amor.
Já aviso antecipadamente. E se tu não se martirizar, eu me martizarei demais. Só queria que não fosse em vão, mais uma vez. Se não, seria penas mais uma cicatriz em meu peito.
Ouvindo:
Muda - Esteban
A falta de visão que nos levou à tudo isso.
Foi tão dificil de se acostumar.
Só quero olhar pra frente e esquecer você.
Saber o meu lugar.
Em outros dias, em tempos atrás eu vivi tão perdido entre as cartas que você deixou.
Lembranças que o tempo apagou.
E se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada.
Poderiam dizer
(Eu quero mudar)
Preciso te lembrar como tudo era no início.
Era um vício, difícil de deixar.
Procuro em tanta gente um espelho teu
Não vejo nada.
Tentando ser o que eu não era mais,
Eu vivi escondido em um mundo que você criou.
E nunca mais voltou pra me libertar.
E eu que não sei aonde chegar,
Já caminhei tanto pra voltar.
E eu que não sei como te falar,
Já escrevi tanto pra cantar.
Mas se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada
Poderiam dizer,
Poderiam dizer teu nome
Poderiam dizer você
Poderiam dizer...
Escrito em: 29/01/2010
Sim, parece realmente estranho desistir de tudo assim tão fácil, mas não é, e eu sei que você sabe disso tão bem quanto eu.
Mas, cara, realmente eu não sei. Não sei o que eu quero. Não sei mais se é você.
Sim, você não disse tudo aquilo o que eu queria ouvir, e eu sabia que não diria, mas eu ainda tentava ter alguma esperança, completamente em vão, eu sei.
Mas não, não me culpo, julgo ou arrependo de nada. Nem de ter sofrido por ti um dia de todos os que eu sofri. Mas eu realmente não sei se quero mais isso.
Não sei se quero seus olhos sobre mim, ou você aqui comigo.
E talvez eu até esteja me precipitando, como já fiz em outras vezes, mas não nego que eu fiquei balançada com tantos encontros e desencontros com pessoas que eu já pensava que poderiam ser interessantes pra mim.
E sim, eu fiquei interessada.
E agora, não só em você, mas nele também. E não importa quem ele seja, porque, dessa vez, eu não contarei nada à ninguém, por mais amiga minha que seja. Eu vou preferir ficar calada. E quem sabe, poderá vir a dar certo.
Eu não sei.
Eu realmente não sei se te quero como queria antes, antes de ficar sabendo tudo o que aconteceu. E se tem algo que eu me arrependo, foi de tê-la deixado entrar nessa história, e tomar as rédeas da minha vida. Do meu coração.
Sim, não nego que eu a adoro demais, e ela é minha melhor amiga quando se trata de desabafos, problemas ou qualquer outra coisa. Mas cara, eu realmente não sei se ela fez bem em lhe falar. Mesmo sabendo que ela só queria me ajudar.
E sim, tudo o que eu tinha mais do que certeza de que você falaria, foi falado. E não, por incrível que pareça, eu não sofri o tanto que eu pensei que iria sofrer, e muito menos chorei nos últimos dias. Sim, não mentirei que chorei no momento, mas não derramei uma lágrima depois. E não me arrependo.
Talvez eu até já tenha seguido em frente, sem mesmo perceber, e me apegado ao passado, fazendo-o voltar à tona. Ruim? Não, por incrível que pareça, não foi. Não pra mim. Mas foi doloroso, como eu não imaginaria que seria, mas tinha uma vaga idéia pela minha pouca vivência como sofredora.
Mas, se tu realmente queres saber, te guardarei em meu passado. Até porque, não irei me martirizar por algo que não dará em nada. E sim, a cada dia que passa, eu penso no quanto eu fui louca em pensar que, um dia, pudesse acontecer.
E não, talvez não tenha sido nem por tudo o que você falou, mas sim por toda minha vontade de deixar tudo pra trás.
E, meu, sei lá... Talvez seja melhor, pra nós dois, três, quatro. Até porque, nessa história toda se envolveram quatro pessoas, e eu sei que talvez, uma delas, sofreu até mais que eu.
Então, eu realmente não ligo mais. Eu não quero mais ligar. Eu estou me desligando. E isso é bom. Ao menos pra mim.
E quanto à você, tanto faz, tanto fez.
Quanto à Minha Amiga, eu a entendo, continuarei entendendo e a agradecerei eternamente por cessar meu sofrimento. Obrigada, guria.
Quanto à pessoa que sofre ou um dia sofreu por minhas falsas esperanças, mais uma vez, me desculpe. E sim, a culpa é toda minha, por mais que tu não queiras. E eu me ogerizo por teu sofrer.
Quanto a possível pessoa que possa vir à entrar na minha vida, ou ser mais uma das minhas ilusões passageiras, desde já, lhe digo, mesmo sabendo que tu nunca irá ler isto, que se um dia lhe gostar, será pra valer. Será intensamente. E talvez, rápido. Eu não lhe garanto nada, nem o meu amor.
Já aviso antecipadamente. E se tu não se martirizar, eu me martizarei demais. Só queria que não fosse em vão, mais uma vez. Se não, seria penas mais uma cicatriz em meu peito.
Ouvindo:
Muda - Esteban
A falta de visão que nos levou à tudo isso.
Foi tão dificil de se acostumar.
Só quero olhar pra frente e esquecer você.
Saber o meu lugar.
Em outros dias, em tempos atrás eu vivi tão perdido entre as cartas que você deixou.
Lembranças que o tempo apagou.
E se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada.
Poderiam dizer
(Eu quero mudar)
Preciso te lembrar como tudo era no início.
Era um vício, difícil de deixar.
Procuro em tanta gente um espelho teu
Não vejo nada.
Tentando ser o que eu não era mais,
Eu vivi escondido em um mundo que você criou.
E nunca mais voltou pra me libertar.
E eu que não sei aonde chegar,
Já caminhei tanto pra voltar.
E eu que não sei como te falar,
Já escrevi tanto pra cantar.
Mas se você não quiser ouvir
As canções já não me dizem mais nada
Poderiam dizer,
Poderiam dizer teu nome
Poderiam dizer você
Poderiam dizer...
Escrito em: 29/01/2010
Menção ao passado
Teu olhar era de adeus.
O fundo de teus olhos, lá dentro, podia-se ver seu desejo intenso por nosso antigo amor.
E sim, eu queria.
Na verdade, no começo, eu só queria que você me confortasse mais uma vez, acendesse meus cigarros, e ficasse comigo só mais uma noite.
E sim, talvez seja ainda o que eu quero. Ao menos eu sei que, agora, não seria apenas sexo.
E talvez, após ter sido vivido tudo aquilo, nós resolvessemos dar mais uma chance pra tudo aquilo que me fez sofrer no passado, e que, simplesmente foi omitido por mais um sofrer de meu peito. Mas que, na verdade, nunca morreu. em nenhum dos dois.
Mas na verdade, tudo o que aconteceu entre nós, esse dia, não passou de falta de coragem. Sim, pelo menos da minha parte. Disperdiçamos mais uma chance.
E na verdade, eu não ligo, até porque, seria bem pior pro meu coração se tivesse acontecido, e eu simplesmente teria te abandonado por um tempo.
Até porque, dependendo das entrelinhas, não posso dizer que não tentei. Na verdade, eu tentei. Em teus olhos, em tua pele, em teu cheiro, no meu cheiro, mas simplesmente não aconteceu.
E, em mais uma de minhas verdades, pode ser visto o fato de que, simplesmente estamos frágeis e vulneráveis demais, como na primeira vez. E se, talvez não tivesse provocado tanta falta de intimidade, tanta falta de contado, tanto bloqueio de nossas mentes quando o assunto era o corpo oposto, teria acontecido novamente. Tudo como na primeira vez, ou até mais intenso.
E, dessa vez, toda a intensidade seria provocada por fome, abstinencia, maturidade. E tudo o que era banal antigamente, agora seria usado simplesmente pra banir a distância de nossos corpos desde a separação.
Mas, mesmo assim, eu não escondo que não gosto de ti, e simplesmente quando me perguntam, a resposta é a mesma, que nunca mais poderia acontecer, até porque, me privo de sofrer mais uma vez. Me privo de ti. E eu não ligo, eu não gosto.
Tudo está bem como está, mesmo às vezes eu estranhamente desejando teus lábios uma última vez nos meus.
E não, por incrível que pareça, eu não quero. Não quero sentir isso mais uma vez, não queo mais você.
E talvez seja só sexo, carência.
Eu to bem, eu to realmente bem sem você, e não, eu não te quero de volta. E eu sei que contigo é o mesmo. Sempre foi. E eu não ligo. Pois s eu ligasse, esse texto seria menos confuso, menos indiferente, mais sofrido.
Escrito em: 29/01/2010
O fundo de teus olhos, lá dentro, podia-se ver seu desejo intenso por nosso antigo amor.
E sim, eu queria.
Na verdade, no começo, eu só queria que você me confortasse mais uma vez, acendesse meus cigarros, e ficasse comigo só mais uma noite.
E sim, talvez seja ainda o que eu quero. Ao menos eu sei que, agora, não seria apenas sexo.
E talvez, após ter sido vivido tudo aquilo, nós resolvessemos dar mais uma chance pra tudo aquilo que me fez sofrer no passado, e que, simplesmente foi omitido por mais um sofrer de meu peito. Mas que, na verdade, nunca morreu. em nenhum dos dois.
Mas na verdade, tudo o que aconteceu entre nós, esse dia, não passou de falta de coragem. Sim, pelo menos da minha parte. Disperdiçamos mais uma chance.
E na verdade, eu não ligo, até porque, seria bem pior pro meu coração se tivesse acontecido, e eu simplesmente teria te abandonado por um tempo.
Até porque, dependendo das entrelinhas, não posso dizer que não tentei. Na verdade, eu tentei. Em teus olhos, em tua pele, em teu cheiro, no meu cheiro, mas simplesmente não aconteceu.
E, em mais uma de minhas verdades, pode ser visto o fato de que, simplesmente estamos frágeis e vulneráveis demais, como na primeira vez. E se, talvez não tivesse provocado tanta falta de intimidade, tanta falta de contado, tanto bloqueio de nossas mentes quando o assunto era o corpo oposto, teria acontecido novamente. Tudo como na primeira vez, ou até mais intenso.
E, dessa vez, toda a intensidade seria provocada por fome, abstinencia, maturidade. E tudo o que era banal antigamente, agora seria usado simplesmente pra banir a distância de nossos corpos desde a separação.
Mas, mesmo assim, eu não escondo que não gosto de ti, e simplesmente quando me perguntam, a resposta é a mesma, que nunca mais poderia acontecer, até porque, me privo de sofrer mais uma vez. Me privo de ti. E eu não ligo, eu não gosto.
Tudo está bem como está, mesmo às vezes eu estranhamente desejando teus lábios uma última vez nos meus.
E não, por incrível que pareça, eu não quero. Não quero sentir isso mais uma vez, não queo mais você.
E talvez seja só sexo, carência.
Eu to bem, eu to realmente bem sem você, e não, eu não te quero de volta. E eu sei que contigo é o mesmo. Sempre foi. E eu não ligo. Pois s eu ligasse, esse texto seria menos confuso, menos indiferente, mais sofrido.
Escrito em: 29/01/2010
Everytime I look for you
Foram poucos minutos sob teus olhos, mas longas horas que você esteve sob os meus.
E sim, você só me viu no final da festa, e o que tivemos foram apenas troca de olhares. Mas foi intenso, demais.
E quando eu lhe vi passando na minha frente e você encarou meus olhos de perto, algo rugiu em meu peito e simplesmente fez com que tu não saisse da minha cabeça por um longo tempo.
E agora eu estou aqui, sem mal saber quem és tu, já que nem teu nome sei. E se souber alguma coisa sobre ti, é que tu tens em tênis igual ao meu, os vícios iguais aos meus, o mesmo gosto que eu pra roupas.
Com certeza, você seria facilmente mais uma de minhas fraquezas. Mais um de meus amores, mais um sofrer de meu peito.
E por incrível que lhe pareça, você não faz meu tipo de corpo ou sequer de rosto, mas eu gostei de ti. Gostei das tuas costas largas, iguais as que eu tanto detesto em outra pessoa. Gostei da tua falta de altura perto do meu padrão. Gostei do teu cheiro de perfume amadeirado no lugar do cheiro do teu cigarro.
Você esteve sob meus olhares desde que eu entrei naquele pub, naquele sábado chuvoso. E simplesmente conseguiu varrer meu pensamento de todo o sofrer que eu carregava em meu peito naquele dia.
Foi até engraçado o jeito que você conseguiu dispertar meu interesse, e sim, eu confesso que a maior vontade que eu tinha aquela noite era simplesmente pegar a long neck que estava em grudada em teus lábios e substituí-la por meus lábios. Fazer teu cigarro escapar de teus dedos e sair correndo com ele.
Arrancar teu coração, teu olhar, tua cara séria e fazê-lo sorrir, enquanto implorava que eu devolvesse teu coração roubado, enquanto implorava por mim.
Mas não, mais uma vez eu fui tímida demais pra isso, e nem teu nome perguntei. E agora você me faz lembrar de toda a vergonha que eu tenho de deixar pra trás. Me faz lembrar do quão corajosa eu posso ser ao lhe encontrar mais uma vez.
E sim, eu prometo que serei.
Escrito em: 29/01/2010
E sim, você só me viu no final da festa, e o que tivemos foram apenas troca de olhares. Mas foi intenso, demais.
E quando eu lhe vi passando na minha frente e você encarou meus olhos de perto, algo rugiu em meu peito e simplesmente fez com que tu não saisse da minha cabeça por um longo tempo.
E agora eu estou aqui, sem mal saber quem és tu, já que nem teu nome sei. E se souber alguma coisa sobre ti, é que tu tens em tênis igual ao meu, os vícios iguais aos meus, o mesmo gosto que eu pra roupas.
Com certeza, você seria facilmente mais uma de minhas fraquezas. Mais um de meus amores, mais um sofrer de meu peito.
E por incrível que lhe pareça, você não faz meu tipo de corpo ou sequer de rosto, mas eu gostei de ti. Gostei das tuas costas largas, iguais as que eu tanto detesto em outra pessoa. Gostei da tua falta de altura perto do meu padrão. Gostei do teu cheiro de perfume amadeirado no lugar do cheiro do teu cigarro.
Você esteve sob meus olhares desde que eu entrei naquele pub, naquele sábado chuvoso. E simplesmente conseguiu varrer meu pensamento de todo o sofrer que eu carregava em meu peito naquele dia.
Foi até engraçado o jeito que você conseguiu dispertar meu interesse, e sim, eu confesso que a maior vontade que eu tinha aquela noite era simplesmente pegar a long neck que estava em grudada em teus lábios e substituí-la por meus lábios. Fazer teu cigarro escapar de teus dedos e sair correndo com ele.
Arrancar teu coração, teu olhar, tua cara séria e fazê-lo sorrir, enquanto implorava que eu devolvesse teu coração roubado, enquanto implorava por mim.
Mas não, mais uma vez eu fui tímida demais pra isso, e nem teu nome perguntei. E agora você me faz lembrar de toda a vergonha que eu tenho de deixar pra trás. Me faz lembrar do quão corajosa eu posso ser ao lhe encontrar mais uma vez.
E sim, eu prometo que serei.
Escrito em: 29/01/2010
Conosco
Paixão, amor... Até aonde chega o meu limitie entre as duas? Até onde eu posso separar uma da outra?
E o que vem após as duas? Minha loucura, meu sofrimento, minha indiferença?
Ou o meu amor resiste a tudo isso, e quando se cicatriza acaba me restando a esperança e um sentimento guardado na estante empoeirada do meu coração?
Eu simplesmente queria saber o que acontece com o meu coração. Já que consigo morrer de amores por ti, te odiar por saber, me odiar por não ter contado, morrer de amores por uma foto.
Eu só queria saber o que acontece comigo, contigo. Conosco.
Escrito em: 29/01/2010
E o que vem após as duas? Minha loucura, meu sofrimento, minha indiferença?
Ou o meu amor resiste a tudo isso, e quando se cicatriza acaba me restando a esperança e um sentimento guardado na estante empoeirada do meu coração?
Eu simplesmente queria saber o que acontece com o meu coração. Já que consigo morrer de amores por ti, te odiar por saber, me odiar por não ter contado, morrer de amores por uma foto.
Eu só queria saber o que acontece comigo, contigo. Conosco.
Escrito em: 29/01/2010
Leandro
Palavras, frases, manias, cores, olhares se confundem.
Em tão pouco tempo, já somos como pequenas notas musicais se completanto, como num acorde, mesmo que apenas notas saiam de teu velho baixo. E isso tudo, rapidamente, já pode ser percebido por qualquer terceiro entre nós.Tanta sintonia, tanta afinidade.
Talvez tudo isso não passe de mais paranóias da minha cabeça, mas mesmo assim, eu percebo que o jeito que tu me tratas é diferente. Não especial, mas diferente, me fazendo distribuir milhares de descargas elétricas ao mais simples toque de tua pele ou numa tentativa de toque de teus belos lábios nos meus.
Lábios aqueles que não só sorriem pra mim a cada olhar cruzado, mas sim teu rosto inteiro que se ilumina ao se deparar com meus olhos fitando-lhe meio aos meus devaneios, fazendo-me corar feito uma boba que foge do amor.
E eu que tanto procurei, encontrei aonde menos pretendia. Encontrei alguém que me faz iluminar o olhar na simples menção do nome teu. E talvez eu até esteja gostando de todas as brincadeiras que estão sendo feitas com nosso pouco convívio e excessiva sintonia.
E, feliz ou infelizmente, o sentimento me ocorre com facilidade. E eu que consigo ter medo de tudo isso, de novo. Em dois anos, a terceira vez.
Ah, merda! Mais uma vez eu só queria ter coragem. Eu só queria ter você, amado.
Eu só queria ter nós dois, nada mais.
Escrito em: 26/02/2010
Em tão pouco tempo, já somos como pequenas notas musicais se completanto, como num acorde, mesmo que apenas notas saiam de teu velho baixo. E isso tudo, rapidamente, já pode ser percebido por qualquer terceiro entre nós.Tanta sintonia, tanta afinidade.
Talvez tudo isso não passe de mais paranóias da minha cabeça, mas mesmo assim, eu percebo que o jeito que tu me tratas é diferente. Não especial, mas diferente, me fazendo distribuir milhares de descargas elétricas ao mais simples toque de tua pele ou numa tentativa de toque de teus belos lábios nos meus.
Lábios aqueles que não só sorriem pra mim a cada olhar cruzado, mas sim teu rosto inteiro que se ilumina ao se deparar com meus olhos fitando-lhe meio aos meus devaneios, fazendo-me corar feito uma boba que foge do amor.
E eu que tanto procurei, encontrei aonde menos pretendia. Encontrei alguém que me faz iluminar o olhar na simples menção do nome teu. E talvez eu até esteja gostando de todas as brincadeiras que estão sendo feitas com nosso pouco convívio e excessiva sintonia.
E, feliz ou infelizmente, o sentimento me ocorre com facilidade. E eu que consigo ter medo de tudo isso, de novo. Em dois anos, a terceira vez.
Ah, merda! Mais uma vez eu só queria ter coragem. Eu só queria ter você, amado.
Eu só queria ter nós dois, nada mais.
Escrito em: 26/02/2010
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