domingo, 1 de maio de 2011

Só queria poder contar com menos expectativas, pra menores decepções. Queria poder contar com a certeza de que eu vou te encontrar Te encontrar E você me fará amar, pra sempre E gostará do meu gostar. E eu lhe tirarei o ar. Será que é tão difícil compreender? Tão difícil perceber? Que eu sou só mais uma perdida naquele tempo espaço louco chamado amor Chamado você Chamado querer. Só queria poder encontar você, encontrar alguém, encontrar nós Nós dois. Nossa pele, nosso cheiro, nosso lugar.


Escrito em: 23/08/2010

I wanna hold your hand

Merda. Será que toda vez terá de ser assim?
Mãos entrelaçadas, suadas. Beijos distribuídos por alguma parte, e teus doces lábios nos meus.
E mano, não vou mentir. Eu te queria cada vez mais ontem. Eu queria você pra sempre. EU quero isso tudo pra sempre. Eu quero você PRA SEMPRE.
Mas como minha vida é uma merda, só queria que você me esperasse, se não fosse pedir demais. Mas nem adianta discordar, eu SEI que É pedir demais, eu SEI que tu TENS que viver muito ainda. Eu SEI que NADA vai virar verdade, NENHUM dos meus sonhos, das minas vontades. Nada.
Mas não vou mentir que eu queria, e muito. Queria toda aquela decoração de apartamento, a geladeira, os steaks de frango... o nosso edredom preto, combinando com as toalhas de banho penduradas num suporte qualquer, ao lado do porta escovas de dente, com as tais cruzadas. Sim, coisa de filme, coisa de garota boba, idiota de quinze anos, mas fazer o que, isso que sou, isso que sempre fui. Mas, mesmo assim, queria tanto que sonho com tudo isso, todos so dias, em todos os momentos, em todas as oportunidades que eu tenho de pensar em você, em NÓS.
E merda, eu não consigo um dia sequer pensar em tudo que poderiamos viver juntos. Não consigo simplesmente dormir sem imaginar seus braços à minha volta, seu cheiro, sua pele na minha, formando a mistura que eu mais gosto em todas que já existiram, preto e branco, Leandro e Olívia.
E merda. Você É tudo o que eu sempre quis, tudo o que eu sempre sonhei. Tá, só não tem as tatuagens e é preto (rs). Mas eu te amo assim, o que eu posso fazer?
É? O que eu posso fazer, me responde? Faz isso por mim, porque eu já não tenho mais o que falar sobre nós. Eu já não sei mais o que eu devo ou não sentir por você. Eu já não sei mais se te faço feliz ou te machuco cada vez mais com isso. Se eu devo continuar com isso. Só sei que eu morro de ciúmes de ti, eu morro de vontade de ti, morro de medo de te perder, de nos perder.
Inferno, só queria que você não estivesse lendo tudo isso. Só queria poder sair andando no mundo com você. Só queria que você pudesse me entender.
Só queria que pudessemos ficar juntos, agora de vez.
Mas infelizmente, não dá. Me desculpa. E tu sabes porque. Infelizmente, existe esse porquê.
Infelizmente, não pode existir nós. Por mais que nós queiramos mais que nossas vidas. Não há meio nenhum, não há. Por enquanto.
E nunca, nunca vou mentir que minha maior vontade no momento é abandonar tudo, largar tudo, colocar minhas coisas debaixo do braço, alugar um apartamento e viver pra sempre com você, fazendo o que eu bem entendo da minha vida, o que eu quero, o que me faz feliz. Fazer tudo aquilo que me faz viver. Tornar teu amor meu maior vício. Tornar você minha maior gasolina
E, infelizmente, eu acho que sei que você quer também.
Mas nós não podemos. Eu não posso.
Ah, merda. Eu só queria você. Nós dois.
Só queria voltar a ser feliz do jeito que tu me fazia.
Só queria poder ver o sorriso no teus lábios a todo momento, poder tocar você o quanto eu quisesse. Me inebriar com seu cheiro se mistuando com meu perfume.
Me saciar de toda a vontade que eu tenho de você. Acabar com o medo que sinto toda vez que vejo você pelas redondezas. Acabar com essa paz que tenho dia a dia, e com essa guerra que enfrento por dentro. Mandar tudo à merda e ser feliz, ao teu lado. Até porque, palavras não descrevem mais o que sinto por ti. E infelizmente, voltei à amar, voltei à sofrer, voltei à morrer. Não me condene por isso. NÃO SE CONDENE POR ISSO.
Você não tem culpa de nada, somente eu. Sempre eu que errei, que te machuquei. E tudo isso enquanto que queria te privar de tudo isso.
A única coisa que lhe peço é perdão, por tudo aquilo que fiz tu passar e sentir desde o dia que nos conhecemos. Desde o dia que bati meu olho em ti.
Me desculpa por te amar.
Me desculpa por fazer tu reparar em mim.
Me desculpa por deixar que tudo acontecesse.
Me desculpa por pegar na tua mão naquela primeira vez, no shopping.
Me desculpa por ter lhe abraçado naquele intervalo.
Me desculpa por ter lhe beijado
Me desculpa por ter deixado tu ter meus lábios.
Me desculpa por deixar que acontecesse tudo o que houve entre nós dois.
Me desculpa por ter terminado contigo e lhe beijado na porta da minha casa.
Me desculpa por ter lhe achado naquele show.
Por ter lhe beijado novamente, por ter deixado tu cuidar de mim, ter deixado que persuadissem minha cabeça contra você. Por ter lhe feito sofrer mais uma vez. Por ter retoamdo o contato contigo.
Só não me perdoe dos momentos em que me viu sorrir. Todos esses foram extremamente sinceros. 
Nem dos em que disse que lhe amei. Pois esses foram os mais intensos e verdadeiros de uma vida toda.
Nossa vida, minha.


Me desculpe por te amar. Eu te amo. Muito. Mais do que você ou alguém algum dia já imaginou ou irá imaginar.






"I want to see your hairline
And cheek bones
And red lips
And cell phone
Won't you let me know?


Will I wake to find you waiting by my bedside?
Will I wake to find you waiting by my side? - Sleep, Copeland.




Escrito em 12/09/2010.

Nostalgia, melancolia e reciclagem. E então, filho da puta?

Então, filho da puta, vi sua foto agora.
Então, filho da puta, ainda tenho muita vontade de te chingar, de te matar, de te odiar.
Então, filho da puta, eu consigo.
Então, e eu também tenho saudade.
Ah, sim, ai lá vem eu, filha da puta que sou, com a minha nostalgia melancólica.
E lhe pergunto, PRA QUE? Porque sempre tem que ser assim? Nostalgia melancolica?
Não, eu não quero mais deixar acontecer tudo o que já aconteceu 3 vezes. Credo, não, nào conseguiria, jamais.
Mas ainda assim, me deu saudade. Saudade dos bons momentos, das risadas, das músicas, filmes, histórias, piadas, dos nossos cheiros.
Sim, esse texto é pra você mesmo, Leandro. E eu não tenho vergonha de admitir que é. Infelizmente, eu não tenho.
Eu tenho saudade de nós sim.
Isso não quer dizer que eu queira de volta.
Porque não, eu não quero.
Porque sim, eu to sendo feliz sem você. Muito feliz.
E eu nem ao menos precisei encontrar alguém que te substituisse. Essa pessoa simplesmente apareceu, do nada, na minha vida.
E engraçado que, muitos dos meus planos atuais são planos que foram nossos. Não do mesmo jeito, reciclados.
E ainda assim, é engraçado como a vida se recicla. O amor, os sentimentos se reciclam, né?
E isso não para mais.
Já parou. E o que sobrou?
Não, não sobrou. E pra falar verdade, depois de tudo o que houve, o que eu mais queria era que não sobrasse.
E acho que só não foi mais devastador porque eu tinha uma semente de esperança.
E hoje em dia, eu to feliz com ela.
E pretendo ficar, estar, continuar e nunca mais ter que reciclar. Parar.
Já to parando, eu acho.
Não vejo a hora de dizer: parei.
Parei. De escrever, de sentir, por enquanto.
Vai entender.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

E às vezes eu me pego aqui.
Eu me pego em nós.
Me apego em você.
E tudo isso faz com que me pegue em minhas confusões de versos.
Que me pegue sabendo que te peguei sabendo que ainda quer.
Que ainda me quer.
Que ainda me ganha.
Que ainda me pega sendo sentimental.
E eu odeio isso.
Odeio muito tudo isso.
Odeio muito que me apegue, que se apegue e que me despregue tão rapidamente, indecisamente.
Como toda vez acontece e me pego pensando em ti.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Malditas palavras dançantes.



Botei a cara pra fora da janela. Começava a gotejar.
Botei a cara pra fora da janela. Senti aquilo tudo queimar.
Incomodar. Flamenjar. Voltar a amar.Voltar
a ver um passado que nunca vi.
Vi o passado reviver no presente. Minha mente te amar. Mais uma vez me conquistar.Um cara que quis demais. Que num passado nunca quis.
Mas infelizmente, tá ai. Pra me perseguir. Pra me ver falar.
Pra me ouvir escrever. Simplesmente me sentir amar.
Sentir cair. Ruir
.
Aqui. Mais uma vez por
ti.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Sobre sexo, carícias e amor.

E eu me balançava no teu corpo. Sentia você dentro de mim. Sentia todo aquele pecado ser cometido. E me lambuzava. Queria mais, sempre mais, cada vez mais, mais forte, mais rápido. E você não aguentava aquele meu ritmo todo. Eu acabava com você. E você sorria. Enquanto eu queria mais. Queria pra sempre. Queria você. Queria odores, sentidos, palavras e gemidos que me satisfizessem. Mas não queria você, Queria tudo. Todos. Mas os melhores. Todos aqueles que eu tendia em chamar de meu. Todos os corpos, cheiros e marcas de cigarro. Todas as bocas, todos os beijos. Vindo junto de gemidos. Vindos junto com você. Vindo juntos sem amor.
Por favor, mais um gole de vodca.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Pra me danar, por essa estrada, mundo à fora, ir embora, sem sair do meu lugar...





Tive de descer agora, mais uma vez levar o lixo.
Antes fosse todo lixo de minha vida.
E automaticamente me peguei trancando o portão, já como o de rotina, voltando para aquele lugar que deveria chamar de lar.
E mais, nenhuma vez, minha vontade se sair correndo foi enorme.
Minha vontade de me libertar foi maior.
E meu juízo insano não permitiu.
Não ME PERMITIU.


E tudo que eu queria agora era o meio do nada, e mais nada.
Só nós dois. Um só.
Eu e você, você e eu.
E enquanto isso, tudo que estou lhe devendo há vidas. Tudo que possa ser de utilidade pra nos saciarmos.
Um do outro, outro do um.
E nada mais.


Só queria uma vida tranquila ao lado teu.
Uma vida simples, mas feliz.
Com toda felicidade que tu me trás quando toca meus lábios.
Com todo desejo que me dá quando me faz arrepiar.
Com todo o sorriso que faz meu olhar ter quando lhe vê.
Pra sempre. De vez.
Com tudo aquilo que queremos, desejamos, amamos.
Pra sempre, nós dois.
Se mais nenhuma preocupação.




"Eu quero a sorte de um chofer de caminhão
Pra me danar por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar
Pra me danar, por essa estrada, mundo afora, ir embora
Sem sair do meu lugar" - Lisbela, Los Hermanos.


[u]http://letras.terra.com.br/los-hermanos/71186/[/u]

Texto escrito em 03/10/2010,  só pra constar.