terça-feira, 25 de janeiro de 2011

E às vezes eu me pego aqui.
Eu me pego em nós.
Me apego em você.
E tudo isso faz com que me pegue em minhas confusões de versos.
Que me pegue sabendo que te peguei sabendo que ainda quer.
Que ainda me quer.
Que ainda me ganha.
Que ainda me pega sendo sentimental.
E eu odeio isso.
Odeio muito tudo isso.
Odeio muito que me apegue, que se apegue e que me despregue tão rapidamente, indecisamente.
Como toda vez acontece e me pego pensando em ti.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Malditas palavras dançantes.



Botei a cara pra fora da janela. Começava a gotejar.
Botei a cara pra fora da janela. Senti aquilo tudo queimar.
Incomodar. Flamenjar. Voltar a amar.Voltar
a ver um passado que nunca vi.
Vi o passado reviver no presente. Minha mente te amar. Mais uma vez me conquistar.Um cara que quis demais. Que num passado nunca quis.
Mas infelizmente, tá ai. Pra me perseguir. Pra me ver falar.
Pra me ouvir escrever. Simplesmente me sentir amar.
Sentir cair. Ruir
.
Aqui. Mais uma vez por
ti.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Sobre sexo, carícias e amor.

E eu me balançava no teu corpo. Sentia você dentro de mim. Sentia todo aquele pecado ser cometido. E me lambuzava. Queria mais, sempre mais, cada vez mais, mais forte, mais rápido. E você não aguentava aquele meu ritmo todo. Eu acabava com você. E você sorria. Enquanto eu queria mais. Queria pra sempre. Queria você. Queria odores, sentidos, palavras e gemidos que me satisfizessem. Mas não queria você, Queria tudo. Todos. Mas os melhores. Todos aqueles que eu tendia em chamar de meu. Todos os corpos, cheiros e marcas de cigarro. Todas as bocas, todos os beijos. Vindo junto de gemidos. Vindos junto com você. Vindo juntos sem amor.
Por favor, mais um gole de vodca.